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CNBB, nos primórdios foi assim

CNBB, nos primórdios foi assim
Por Willi Backes Em 28/12/2021 às 18:57

 

Em 16 de Outubro de 1952, liderado pelo Arcebispo Dom Hélder Câmara, do Rio de Janeiro, naqueles tempos Capital Federal do Brasil, foi fundada a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, sendo a 3ª Conferência Episcopal do Mundo instalada.

Em 1964, em pleno Regime Político de Exceção, a CNBB lançou a Primeira Campanha da Fraternidade, com o tema: “Igreja em Renovação. Lembre-se: Você também é Igreja”.

Em 1965, na Segunda Campanha da Fraternidade o tema foi: “Paróquia em Renovação. Faça de sua Paróquia uma Comunidade de Fé, Culto e Amor”.

 

OS VENTOS DA BIRUTA CNBB.

É público e notório que nos tempos contemporâneos, os púlpitos são ocupados e palavras na evangelização são levados ao vento, pregando através de temas nada ou pouco identificadas com a alma, moral, família, religião e liberdade das pessoas, na sua maioria com cunho político demagógico.

Para tanto, basta relembrar os temas das Campanhas da Fraternidade orientadas pela CNBB na última década:

Fraternidade e a Vida no Planeta (2011) – Fraternidade e Saúde Pública (2012) – Fraternidade e Juventude (2013) - Fraternidade e Tráfico Humano (2014) – Fraternidade, Igreja e Sociedade (2015) – Casa Comum, Nossa Responsabilidade (2016) – Fraternidade: Biomas Brasileiros e Defesa da Vida (2017) – Fraternidade e Superação da Violência (2018) – Fraternidade e Políticas Públicas. Serás Libertado pelo Direito e pela Justiça (2019) – Fraternidade e Vida: Dom e Compromisso (2020) – Fraternidade e Diálogo: Compromisso de Amor (2021) – Fraternidade e Educação (2022) e previsto para 2023 a volta de tema relacionado à fome.

 

NUNCA COMO AGORA A OMISSÃO DA CNBB.

Em nome da liberdade de expressão ou de qualquer outra desculpa vagabunda e pilantragem imoral, o que se viu e se vê no Brasil na última década, copiando por vezes manifestações detratoras globalistas, principalmente usando tradicionais meios culturais populares como o carnaval (foto), peças teatrais, novelas televisivas, filmes, palcos universitários, cartum e até praças públicas, está muito acima de qualquer ponderação admissível.

Manifestações que representam a degradação humana, usando figuras e personagens dos relatos e registros bíblicos, ferindo no âmago a moral e religiosidade das pessoas e da própria sociedade como um todo.

A CNBB e suas principais lideranças, salvo alguns do baixo e médio clero religioso, fazem “ar de paisagem”, como se não tivessem responsabilidade e obrigação por opção em defender, condenar e representar contra tais orgias satânicas e imorais. 

As aparentes arrogância, prepotência e hipocrisia das lideranças tupiniquins, são espelho dos pensamentos e orientações do atual ocupante da Corte Superior Religiosa Apostólica Romana. 

Aparentemente resta aos mortais que Creem e tem Fé na existência do Deus Onipresente, dispensar associação com uso da intermediação religiosa, e, através de seus atos e afazeres, constituir e edificar Família e Sociedade próxima melhor e que almeje o próprio bem, dos seus e da coletividade. 

 

 

 

 

 

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