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Mais de 21 mil pessoas foram atendidas pelo TeleCovid em Criciúma

Serviço de monitoramento conta com operadores, robôs e equipe multidisciplinar
Mais de 21 mil pessoas foram atendidas pelo TeleCovid em Criciúma
Foto: Arquivo/Decom
Por Redação Engeplus Em 20/10/2021 às 07:45

O TeleCovid de Criciúma já ultrapassou a marca das 21 mil pessoas atendidas. Segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde, o serviço de monitoramento remoto realizou 116 mil sessões, com mais de 1,8 milhão de mensagens trocadas entre usuários, robôs (chatbot) e equipes de saúde. Criado em março de 2021, o canal tem como objetivo orientar e acompanhar os sintomas de pacientes e casos suspeitos da doença.

“É uma maneira de utilizar as tecnologias no combate à pandemia, ajudando no mapeamento de infectados e em prol da saúde dos criciumenses. É um conforto para a população, um atendimento remoto de qualidade e com profissionais capacitados. Por ser a distância, também colabora para a segurança sanitária em casos suspeitos”, destacou o secretário municipal de Saúde, Acélio Casagrande.

O primeiro contato costuma ser feito pela equipe da Saúde. “A Vigilância nos passa o nome, telefone e bairro dos pacientes. Fazemos o primeiro contato por WhatsApp e questionamos a idade do paciente e se possui comorbidades, quais os sintomas e quando iniciaram, e se o teste foi feito. Em caso de resultado positivo, perguntamos o local de trabalho, se está vacinado e quais as últimas pessoas com quem teve contato”, explicou a coordenadora do TeleCovid, Cecília Rios.

Para Cecília, a população recebeu e responde bem à iniciativa. De acordo com ela, através do atendimento é possível solicitar teste e prescrição de medicamentos, enviados por e-mail. O monitoramento é diário, para acompanhar possível agravamento da doença.

Confira números do TeleCovid:

– 21.173 pessoas atendidas;

– 116.049 sessões ao todo;

– 65.344 sessões com operadores;

– 773.643 mensagens enviadas por usuários;

– 526.631 mensagens enviadas pelo bot;

– 577.778 mensagens enviadas por operadores.

Colaboração: Samuel Borges/Decom

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