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Programa Mãe Coruja é ampliado em Criciúma

Protocolo que garante assistência para gestantes no pré-natal agora inclui o HMISC
Programa Mãe Coruja é ampliado em Criciúma
Foto: Simone Costa/Decom
Por Redação Engeplus Em 15/02/2020 às 17:06

Importante projeto para o atendimento qualificado e humanizado às gestantes, o programa Mãe Coruja da Secretaria Municipal de Saúde, foi revisado e ampliado em Criciúma, conforme os protocolos dos governos estadual e federal. Criado em 2014, o programa garante assistência integral para as gestantes desde o pré-natal, parto e até o puerpério (45 dias depois do parto). O protocolo do Mãe Coruja foi apresentado aos profissionais da saúde durante a última semana. 

“Foi uma mudança importante que inclui na rede de atenção o Hospital Materno Infantil Santa Catarina (HMISC). A revisão do protocolo reinstaura o fluxo de encaminhamentos aos especialistas, amplia os atendimentos de enfermagem e o acesso aos exames e continua tendo atendimento multidisciplinar”, comentou a nutricionista e coordenadora da Educação Permanente em Saúde, Ana Paula Aguiar Milanez. Durante o pré-natal, as gestantes devem comparecer a oito consultas conforme o protocolo do município. 

Fortalecimento do Rede Cegonha 

O programa Mãe Coruja tem contribuído no fortalecimento do pacote de ações do Ministério da Saúde, chamado de Rede Cegonha. Planejamento familiar, pré-natal, parto, puerpério e acompanhamento dos dois primeiros anos após o nascimento de bebê, são as ações que compõem o Rede Cegonha. Ambos programas atendem pacientes pelo Sistema Único de Saúde (SUS). 

“A atenção básica vai atender as gestantes de risco habitual, ou seja, de risco baixo. A atenção especializada, que fica no Centro de Especialidades Saúde da Mulher e Criança Saudável, vai atender as mulheres com gravidez de risco. E o as gestantes de alto risco vão ser encaminhadas para o Hospital Santa Catarina, via TFD, que é o Tratamento Fora de Domicilio”, explicou a coordenadora da Atenção Especializada, Lucimara Nunes Ferreira.

Todas as grávidas, independente do risco, vão continuar sendo acompanhadas pela atenção básica. 

Colaboração: Stefanie Machado 

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