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Métodos não invasivos são tendências em cirurgia plástica para 2019

Busca por procedimentos estéticos não cirúrgicos está cada vez maior
Métodos não invasivos são tendências em cirurgia plástica para 2019
Foto: Divulgação
Por Redação Engeplus Em 19/03/2019 às 17:33

A busca por procedimentos estéticos não cirúrgicos está cada vez maior. Dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, apontam que a procura por esse tipo de tratamento aumentou de 17,4% em 2014 para 47,5% em 2016 (último senso realizado). Segundo levantamento da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica, há um crescimento de quase 200% no número desses procedimentos desde o início dos anos 2000. O que tem sido chamado de a era dos procedimentos estéticos minimamente invasivos. Este índice está relacionado à busca pela harmonia corporal, mas com resultados cada vez mais naturais. “Dependendo do objetivo do paciente, os tratamentos menos invasivos proporcionam bons resultados mais rapidamente e conseguem realçar a beleza de forma mais natural, melhorando a autoestima”, afirma a cirurgiã-plástica Fernanda Buss.

De acordo com Fernanda, o número de pacientes dispostos a dar uma melhorada na aparência, sem mudanças radicais é cada vez maior. “E não só isso: as pessoas estão recorrendo aos procedimentos não apenas para remediar algo que não lhes agrade na aparência, mas também como uma maneira de prevenção. Os mais jovens também estão mais preocupados com alternativas que ajudam na prevenção do envelhecimento”, ressalta.

Os procedimentos estéticos não cirúrgicos podem ser boas alternativas para pessoas que buscam fazer pequenos ajustes com o objetivo de trazer harmonia facial e rejuvenescer, dispensando ou até mesmo postergando uma intervenção cirúrgica.  No geral, o paciente faz tudo em consultório e, no período de recuperação, deve seguir recomendações médicas por um tempo menor, quando comparado à cirurgia. Buscar por um profissional especializado e experiente faz toda a diferença no resultado e reduz significativamente as chances de riscos à saúde.

Procedimentos estéticos não cirúrgicos mais procurados:

Preenchimento com ácido hialurônico
O ácido hialurônico é um componente natural do organismo, mas diminui com o tempo. Essa alternativa pode ser interessante para melhorar o contorno da face, deixando-a mais simétrica, além de suavizar rugas, linhas de expressão e aumentar o volume de lábios muito finos.  O procedimento é rápido, o resultado é imediato e tem duração média de seis meses a dois anos, dependendo do caso.

Toxina Botulínica
A aplicação de toxina botulínica é outro procedimento não cirúrgico comum e eficaz para suavizar rugas e linhas de expressão porque relaxa músculos específicos temporariamente.
Para conseguir um resultado natural, sem afetar as expressões faciais, é importante que o profissional seja capaz de analisar o rosto do paciente e fazer as aplicações nos músculos corretos. O efeito dura mais ou menos cinco meses.

Laser de CO2 
O laser de CO2 é uma opção de tratamento para melhorar o aspecto da pele e suavizar rugas. Ele atua na camada mais superficial, estimulando a produção de colágeno e as fibras elásticas.
Seja em todo o rosto ou apenas em alguma região, o ideal é que o médico avalie caso a caso. Se necessário, é possível associar com outros procedimentos.

Bioestimuladores de Colágeno
O tratamento com bioestimuladores de colágeno é uma alternativa para combater a flacidez quando ela não é muito acentuada. Por meio de substâncias absorvíveis, a produção de colágeno é estimulada, apresentando excelentes resultados. O tratamento é feito em sessões com intervalos de um mês entre elas e o tempo total varia a cada caso, mas, a partir do 3º mês, os resultados costumam ser bastante satisfatórios. O procedimento é injetável e pode ser feito em qualquer região corporal que haja flacidez.

Peeling
O peeling químico colabora para aumentar a produção de colágeno, deixando a pele mais firme e viçosa.  Como são vários tipos e formulações, o profissional deve considerar os objetivos do paciente antes de fazer a melhor recomendação.

Colaboração: Fernanda Zampoli / GO Comunica