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Criciúma: filas para exames de cateterismo estão zeradas

Mutirão vem sendo feito desde o mês de julho
Criciúma: filas para exames de cateterismo estão zeradas
Foto: Divulgação/Decom
Por Redação Engeplus Em 02/12/2019 às 14:44

A parceria entre a Secretaria de Saúde de Criciúma e Hospital São José (HSJ), atingiu sua meta de zerar filas para procedimentos cardíacos através do exame de cateterismo. O objetivo foi oficializado em julho, em reunião feita entre o prefeito, Clésio Salvaro, e representantes do HSJ.

Em julho eram 120 exames. O investimento foi de R$ 614.72, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), e R$ 1.2 mil em recursos próprios. Mensalmente são realizados 34 exames. “Antes estavam sendo realizados 14 exames por mês e ampliamos para 34. Assim conseguimos zerar as filas e auxiliar pessoas que estão necessitando de procedimentos cardíacos, facilitando principalmente o processo para cirurgias”, ressaltou o secretário municipal de Saúde, Acélio Casagrande.

Prioridades

Segundo o médico e regulador da média e alta complexidade, Carlos Nappi, a prioridade são pacientes com Doença Arterial Coronariana (DAC). “São pacientes que sofreram a obstrução das artérias coronárias, que são os vasos sanguíneos que irrigam o músculo do coração. Também são priorizadas pessoas com diabetes, dislipidemia - que seria o aumento do colesterol, pacientes na fase pré-operatório e outros fatores de risco”, explicou o médico.

Exame

O exame de cateterismo é feito através de um cateter introduzido na artéria periférica. “Os cateteres injetam contraste nas artérias coronárias, mostrando o grau da obstrução. É indicado para confirmar Doença Arterial Coronariana, do músculo cardíaco, dos vasos pulmonares e da artéria aorta”, enfatiza Nappi.

Segundo o médico cardiologista e cirurgião cardíaco do HSJ, Ricardo Choma, o cateterismo é importante também para evitar infarto e manter a saúde cardíaca. “O exame é padrão para mostrar a anatomia das artérias do coração e com isso definir qual o melhor tratamento. Sendo remédios, angioplastia ou cirurgia”, afirma.

Colaboração: Maria Duarte/Departamento de Comunicação da Prefeitura de Criciúma

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