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Política

Eleições 2018

Muitos candidatos à vista para a presidência

14
NOV
2017
| 11h30
11h30
Denis Luciano
Jornalista | Portal Engeplus
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Se os nomes que vão despontando se confirmarem, a eleição de 2018 será a segunda com mais candidatos na história das disputas presidenciais brasileiras. Tende a perder somente para 1989 quando, na reabertura política, 29 anos depois do pleito anterior, 23 candidatos partiram para a disputa vencida por Fernando Collor de Mello, então do PRN. 

Desde então, foram oito candidatos em 1994 (venceu Fernando Henrique Cardoso, do PSDB), outros 12 em 1998 (novamente venceu FHC), seis em 2002 (ganhou Luiz Inácio Lula da Silva, PT), sete em 2006 (deu Lula, de novo), nove concorrentes em 2010 (vitória de Dilma Rousseff, PT) e 11 aspirantes em 2014 (deu Dilma, de novo).

Até agora, 16 nomes aparecem no cenário: os mais cotados Lula (PT), Jair Bolsonaro (PSC, rumo ao Patriotas), Marina Silva (Rede), Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB) e João Dória (se não encontrar espaço no PSDB, pode migrar para o DEM). Aparecem ainda Álvaro Dias (Podemos), Henrique Meirelles (PSD), Manuela d´Avila (PCdoB), Levy Fidelix (PRTB), José Maria Eymael (PSDC), Paulo Rabello de Castro (PSC) e Guilherme Boulos (PSOL). 

Como azarões, o PSB tenta convencer o ex-ministro Joaquim Barbosa e o PPS flerta com força com o apresentador Luciano Hulk. O médico Dr. Rey é vice-presidente nacional do PEN, que está mudando seu nome para Patriotas e oferecendo legenda para o deputado Bolsonaro. Assim, Rey já informou que trabalha pela refundação do PRONA (partido do falecido Enéas Carneiro) para se lançar à presidência pela sigla.

E há o caso do NOVO, que assegura o lançamento de um nome mas não o apresenta com clareza ainda. A sigla vinha trabalhando a candidatura do ex-técnico Bernardinho, mas ele optou por concorrer ao governo do Rio de Janeiro. Partidos da extrema esquerda, como PCB, PSTU e PCO, também poderão ter seus candidatos, a exemplo do PV, que no último pleito apostou no ex-deputado Eduardo Jorge. Com tudo isso já poderíamos chegar perto das vinte candidaturas.

Há diversas incógnitas no ar. A principal delas gira em torno do PT. Se Lula da Silva for impedido de concorrer, o plano B dos petistas é a candidatura do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad. Corre por fora o nome do governador Jacques Wagner, da Bahia. Uma possibilidade menor seria a do apoio do PT ao candidato Ciro Gomes, oferecendo o vice à chapa do PDT. 

O DEM já abriu portas para João Dória, mas já fez o mesmo em relação a Luciano Hulk, que por força de exigência da Rede Globo anunciará sua candidatura, ou não, daqui a um mês. Porém, Hulk tem se alinhado mais aos líderes do PPS e recebeu acenos da Rede, de Marina Silva. 

O PMDB, partido do presidente Michel Temer, dificilmente entrará na corrida. Já houve quem cogitasse a filiação do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, para uma candidatura governista, mas ele, que sonha com uma candidatura ao Planalto, apontou a possibilidade de representar seu atual partido, o PSD, em alguma chapa como vice. Ainda assim, é mantido na lista de especulações à presidência.

O calendário das eleições 2018:
2 de abril – Prazo limite para candidato estar filiado a um partido.
4 de maio – Data final para solicitação de tíulo de eleitor, transferência de domicílio, regularização de situação e mudança de sessão eleitoral.
13 de junho a 3 de agosto – Escolha dos integrantes das mesas receptoras.
5 de julho – Permitida a propaganda interna nos partidos visando nomeação.
20 de julho a 5 de agosto – Convenções partidárias para definição de candidatos.
3 de agosto – Data limite para solicitar segunda via do título eleitoral fora de domicílio.
15 de agosto – Fim do prazo para registro de candidaturas.
16 de agosto – Início da propaganda eleitoral.
26 de agosto – Começa a propagada eleitoral no rádio e TV.
13 de setembro – Prazo limite para definição e comunicação à Justiça Eleitoralm dos gastos de campanha.
15 de setembro – Justiça Eleitoral publica relatóri das receitas em dinheiro coletadas pelos partidos para patrocinar campanhas.
22 de setembro – Prazo final para eleitor solicitar segunda via do título em seu domicílio.
29 de setembro – Fim da propaganda eleitoral no rádio e TV.
30 de setembro – Fim da propaganda eleitoral paga.
7 de outubro – Primeiro turno das eleições.
28 de outubro – Segundo turno das eleições.

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