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Opinião

Opinião - Mobilidade urbana mitigada

02
JUL
2014
| 09h43
09h43
Redação Engeplus
Jornalista | Portal Engeplus
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O trânsito é feito por todos nós que circulamos na via pública, pedestres que tem a preferência, ciclistas, motociclistas e veículos, mas para que flua naturalmente, sem causar transtornos e contra tempos, é primordial que a engenharia de tráfego faça sua parte, proporcionando que a mobilidade das pessoas e veículos não fiquem mitigadas.

Hodiernamente, percebe-se nos grandes aglomerados humanos, diria que até em cidades de médio porte, o quão dificultoso é sincronizar esses fatores ao lado de posturas públicas que visem resolver tais problemas ou pelo menos, demonstre sinais de preocupação com esse assunto.

A julgar pela carga tributária a que somos submetidos e principalmente, o alto custo que o cidadão e empresas pagam pela falta de mobilidade, com a perda de tempo em engarrafamentos e custo com combustível, dentre outras coisas, percebe-se que tal área está muito aquém de ser razoavelmente boa, o que afeta um dos direitos mais básico do ser humano: de locomover-se.

Nossa bela Criciúma, assim como Araranguá e outras cidades deste porte, já sentem esse reflexo ha alguns anos e com certeza, por mais obras que venham a ser concluídas, vai apenas minimizar o problema e será brevemente sentida, em razão da novidade viária, mas que não refletirá significativamente no futuro, pois a solução está muito além disso.

Qualquel medida destinada a atacar a imobilidade urbana deve ser sustentável e começar por privilegiar o transporte público, tornando-o atrativo e de menor custo à população, a exemplo de algumas cidades europeias.

Assente-se que a mobilidade urbana não diz respeito a somente circulação de veículos, mas também à circulação de pedestre e neste ponto o caos impera com calçadas desniveladas, buracos, obstáculos, pisos irregulares e escorregadios, dentre outras coisas, as quais merecem a devida atenção do poder público, dos empresários possuidores de estabelecimentos comerciais e dos proprietários de imóveis urbanos.

Espera-se que o cidadão que sofre com tais problemas, saiba escolher, primeiro onde comprar seus produtos, excluindo os comércios que não respeitem as  calçadas dos pedestres, bem como, os administradores públicos que apresentem propostas eficazes e efetivas que visem amenizar e ou resolver tal problema, antes que aumente o caos já instalado.

Gilmar Luiz Monego
Coronel da reserva da PMSC, bacharel em direito.

Franco Cruz Monego
Advogado e pós graduando em direito

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