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Similares - Salvaro, Bolsonaro e Trump

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Por Willi Backes Em 13/01/2020 às 09:03

Guardadas as proporções dos tamanhos dos embates, cada um no seu terreiro, o jeito e forma de gestão e relação com seus contemporâneos, aproximam o Prefeito de Criciúma/SC Clésio Salvaro, o Presidente do Brasil Jair Messias Bolsonaro e o Presidente dos EUA Ronald Trump.

Os três no início de seus governos formaram equipes enxutas de trabalho, com curriculum exemplar e quando um ou mais não rezam na cartilha pré-determinada, são substituídos. Os três são hábeis no uso dos meios alternativos de comunicação, os três consideram haver apenas dois times na competição político-administrativa - os a favor e os contra, os três tem capacidade, criatividade e folego imenso para o trabalho. O linguajar e palavreado utilizado para comunicação é raso, simples, direto e objetivo.

As similaridades não finalizam-se aqui, os predicados sobrepõe em muito os eventuais deslizes retóricos.

Os regimes políticos democráticos que os três prestigiam e neles estão inseridos, determinam eleições de tempos-em-tempos pré-estabelecidos. Os três estão habilitados para concorrer para a reeleição, no caso do Bolsonaro ainda em tempos distantes. Pesquisa sociológica simples e primária faz acreditar que o trio será ungido novamente para o posto ora ocupado, com sobras, avaliados e avalizados por expressiva maioria popular.

GENOCÍDIO CULTURAL. CADÊ A CNBB?

Numa sociedade culta, trabalhadora e ordeira, a “porta da frente” é acesso receptivo social e familiar. A “porta dos fundos” é serventia para guarda do desuso e descarga das excrescências.

A humanidade desde os primórdios, cada povo com sua cultura e sabedoria, cultua e venera o seu “Deus ou Deuses”. Desde sempre até os tempos atuais, defender o “seu Deus” justificou cada um a seu modo, prática e respeito, mas também combates, batalhas, guerras e genocídios.

Agora mesmo, no continente Africano, milhões de cristãos estão sendo mutilados e mortos, após testemunho da Fé Cristã. Enquanto isso, o Papa Francisco, líder maior da Igreja Católica, promove o Sínodo Mundial para manifestar a “imensa preocupação com a Amazônia”. Emperrou o dial.

O Brasil é o país do mundo ocidental com maior número de cristãos, praticantes e respeitadores. Está na Constituição Brasileira, artigo 5º, VI, estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença, assegurando o livre exercício dos cultos religiosos e garantindo, na forma da Lei, a proteção aos locais de culto e as suas liturgias.

ATEUS, ATOAS E VAGABUNDOS AJUNTADOS.

A produção - percebam a safadeza - denominada Especial de Natal da Porta dos Fundos com os autores e atores Gregorio Duvivier e Fábio Porchat, liberados pelo ridículo e anticristão Presidente do STF Dias Toffoli, e, a ausente e descomprometida CNBB – Conselho Nacional dos Bispos do Brasil, se juntaram e praticaram verdadeiro genocídio cultural religioso.

Será que esse bando de idiotas e vagabundos sabe o significado de LITURGIA na Igreja Católica? Do grego “leitourgos”, Liturgia é a compilação de ritos e cerimônias relativas aos ofícios DIVINOS, cerimônia sagrada nas missas ou rituais das Igrejas Católicas.

Na democracia o que é e até onde vai a liberdade de expressão? Até onde vai a liberdade criativa, dita artística? O que essa gente fez e permitiu foi libertinagem espúria, culturalmente pecaminosa.

Impregnar na trajetória Divina, fatos e atos relacionados ao homossexualismo, uso e tráfego de drogas, prostituição e outras derivações, é de um erro e ofensa cultural inominável. Mesmo de forma irônica não se pode impingir nos outros o que se faz no cotidiano.

Resta perguntar para que serve a CNBB? Pra que serve tal Conselho? Devem estar preocupados e envolvidos em salvar os camelos da Amazônia.

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