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Pouco será como antes

Pouco será como antes
Foto: Pinterest
Por Willi Backes Em 22/04/2020 às 17:07

É fato perceptível, resultante e redundante. Pós pandemia viral, as relações humanas serão melhores, suportadas por maior educação, o que já era pra ser, será norma habitual. Famílias melhores, amizades ainda mais amigas. Na política, tão presente na vida de todos, todos os dias, terá filtro maior, mais apurado, com expurgo natural do lero-lero, do mimimimi. Com uma sociedade melhor, a representação também será melhor. O representante político é extrato do que é a coletividade. Não serão melhores ou piores, serão iguais na proporção. A representação seria ainda mais representativa quando os mais bem votados, em todos os níveis, fossem os empossados.

O choque cultural provocado e imposto, será determinante para reformas dos usos, costumes e práticas nas atividades econômicas, educacionais e sociais.

RELAÇÕES SEGURAS.

Os contratos de seguro de vida, patrimonial e econômico, certamente terão outra interpretação e redação, após a pandemia mundial do vírus. Atestado de óbito em pandemia, hoje, só valem pra conquistar subsídio governamental para o equipamento de origem do atestante e não para “premiar” o pagador de seguro de vida no caso de morte. Saúde pública é dever e obrigação do Estado. Decisões ditatoriais dos poderes públicos - cerrar portas e logística na marra - não garantem em contrapartida reposição para seguro patrimonial e da própria produtividade na atividade econômica.  

No agronegócio na agricultura e pecuária o entendimento e prática está muito à frente se comparadas as ações para os CPFs e CNPJs. A prática do seguro safra na agricultura em caso de intempéries, já está em uso a muito tempo. Na pecuária, casos de doenças infectuosas, o rebanho é isolado e na hipótese da morte, o criador é segurado com reposição patrimonial.

O mundo racional corre o tempo todo para remediar. No campo, tudo é feito para prevenir, assegurar. Assim é com a adubação e corretivos do solo, irrigação, emprego do inseticida, herbicida e defensivos agrícolas.

Na pecuária, a prática do pré-natal é norma, o berço é fofo, as vacinas preventivas são imexível obrigação, a ração é balanceada, o trato é adequado. O brinco nos bípedes é adorno, nos animais é carteira de identificação e vida pregressa, os estudos e melhoramentos genéticos é conceito predominante.

Quem afinal leva “vida de gado”?

A SACADA VENCEDORA DO REINO UNIDO.

A pandemia mundial do vírus chinês COVID 19 está não permitindo realização de pequenos, médios, grandes e gigantescos eventos em todo planeta. Grandes prêmios da Formula 1, Oktoberfest de Munique, Jogos Olímpicos Mundial em Tóquio, campeonatos de futebol amador e profissional em todo o mundo, etapas do Grand Slam de Tênis e muitos outros milhões de eventos.  

Quando se fala em seguro nas atividades econômicas, esportivas e sociais, o melhor exemplo vem da Inglaterra. No dia 29 de Junho seria iniciada mas foi cancelada a poucos dias, a etapa 134ª edição da competição do Grand Slam de Tênis em Wimbledon, Londres. Sabe-se agora que os organizadores haviam contratado seguro no valor de 2 milhões de libras. O prêmio pela não realização devido à pandemia, “rendeu” prêmio de 100 milhões de libras, algo próximo a R$ 650 milhões. Dá pra higienizar as mãos, levantar a máscara, tomar um chá Londrino e saudar a prevenção.        

 

 

 

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