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Morbidade em números

Morbidade em números
Foto: Site Ser mais motivado
Por Willi Backes Em 21/03/2020 às 20:37

São extraordinárias e fundamentais as ações dos Governos Federal, Estadual e Municipal no combate de um inimigo invisível, traiçoeiro e por vezes mortal. O combate está apenas no seu início, as previsões para o quando do seu final são divergentes. Quanto menos o vírus for socializado, mais cedo o seu domínio e consequente extermínio.

Por se tratar de um vírus “importado”, claramente as faixas sociais A, B e B+, inicialmente são as mais atingidas. O vírus foi transportado por vias aéreas e marítimas, e reproduzido em contatos, visitas e reuniões sociais. O centro da batalha antivírus é estancar a difusão e a não popularização. É um escárnio, mas, parte da população ainda desdenha as orientações e determinações cautelares. Essa gente aprenderá com a dor à gemer.

VIDA, A FORÇA DO PENSAMENTO POSITIVO.

No rastro da crise provocada pelo vírus chinês, além das perdas humanas, o encerramento de atividades econômicas e oportunidades para o trabalho, somarão centenas de milhares. Quase tudo está sendo freado. Todos retrocederemos alguns passos. A mitológica frase “Todos Por Um, Um Por Todos”, marcará caminhos seguros para nova prosperidade comum.  

Entretanto, em se falando de vidas humanas, há sim uma perspectiva incrivelmente positiva. Anualmente no Brasil morrem 60 mil no transito – 5.000/mês e outros 50 mil assassinadas – 4.100/mês. Com o absoluto recolhimento das atividades profissionais, lazer e vagabundagem, em três meses a crise poderá proporcionar na outra ponta, poupança de milhares de vidas no Brasil.