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Giro turístico mundial

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Giro turístico mundial
Por Willi Backes Em 19/02/2020 às 10:47

Levantamentos estatísticos de inúmeros organismos com atividades relacionados ao turismo mundial, especificam os 10 países, número de visitantes ano e principais destinos, que obedecem a seguinte ordem:

01º França 87 milhões/Paris – 02º Espanha 82 milhões/Madrid – 03º USA 76 milhões/Nova York – 04º China 60 milhões/Grande Muralha – 5º Itália 58 milhões/Roma – 6º México 39 milhões/Acapulco – 7º Reino Unido 38 milhões/Londres – 8º Turquia 38 milhões/Capadócia – 9º Alemanha 37 milhões/Berlim e 10º Tailândia 35 milhões/Praias Paradisíacas.

GIRO TURÍSTICO NACIONAL.

O Brasil navega entre a 7ª e 9ª posição quando o tema é “posto de desenvolvimento econômico mundial”. A peleia econômica tem similaridade com o Canadá, Itália e Reino Unido. Só gigantes.

Entretanto, quando dos levantamentos da frequência turística, o Brasil recebe apenas aproximadamente 7 milhões de visitantes ano, tendo o Rio de Janeiro como porta principal de entrada, e esse número coloca o País na 32º posição mundial. Uma decepção.

Pela ordem, os 5 principais destinos dos estrangeiros no Brasil são o Rio de Janeiro, São Paulo, Foz do Iguaçu, Florianópolis e Salvador.

DEFICIT DO TURISMO PERANTE A ECONOMIA.

Fica evidente que o desempenho econômico do turismo estrangeiro perante as demais atividades econômicas, está longe da paridade participativa no Brasil.

Nos países mais visitados, de longe, a principal procura é por edificações conservadas e históricas das nações. Em segundo lugar, turismo de lazer e de negócios, com oferta apropriada na infraestrutura quanto aos traslados, hospedagem e gastronomia.

Nas últimas décadas, cada vez que uma autoridade estrangeira, o papa, artistas do cinema mundial ou desportista de destaque vem ao Brasil, o principal destino são os morros e favelas do Rio de Janeiro.

Simultaneamente, lá no exterior, produção eletrônica promove o Brasil como que sendo o país do futebol, carnaval e com muita oferta feminina, sempre em insinuações nada convencionais.

APELO REDUNTANTE, POUCA PRÁTICA FUNCIONAL.

Na velocidade da história mundial, o Brasil é apenas uma jovem Nação querendo aparecer. Ainda é possível desenhar árvore genealógica, em parte com testemunhas vivas.

O histórico da história contada nem ao menos desperta curiosidade no próprio mercado interno, quanto menos no estrangeiro.

Repete-se a exaustão que o Brasil possui dezenas de milhares de apelos para o turismo usufruindo os recursos naturais. Temos sim todas modalidades de praias na orla marítima, rios caudalosos, riachos, cachoeiras, montanhas, serras, esplendorosos cânions, ilhas e arquipélagos, lagos, lagoas, matas, florestas, reservas ambientais, frutos de toda ordem, fauna e flora incomparáveis, gastronomia e cultura regionais.

NOVO MAPA DO BRASIL.

No Brasil, nos Governos Federal, Estaduais e Municipais, procriaram inúmeros órgãos para fiscalizar, restringir, multar, e impedir projetos para aproveitamento econômico e cultural dos tais potenciais naturais, mesmo pressupondo com preservação e acréscimos ambientais. Raras são as exceções.

A Legislação e burocracia estatal detém plenos poderes sobre o ar, terra, subsolo e águas. Aquilo que é de propriedade do cidadão, na verdade ele detém a posse durante o período em que pagar ao Estado inúmeros impostos anuais, infindavelmente.

Considerando que o Estado detém poder direto e indireto sobre tudo, incluindo e notadamente os tais “recursos naturais”, obrigatoriamente deveria vir do Ente Público Donatário, catálogo, ordenamento, prospecção e proposição através de ideias e provocar projetos que possam desenvolver a economia e cultura regional e nacional.

No final, é sempre o Estado Brasileiro o maior dos beneficiados. Após a geração da renda, o Estado é o sócio principal na arrecadação e coleta das contribuições sociais.