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Bilhões em reais

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Bilhões em reais
Por Willi Backes Em 24/01/2020 às 15:16

Segundo levantamentos oficiais da Forbes Brasil e publicadas em editorias econômicas, os bilionários brasileiros, pela ordem, são:

(01) Jorge Paulo Lemann/3G Bebidas (104,7 bilhões) – (2) Joseph Safra/Bco. Safra – (3) Marcel Hermann Telles/Bebidas – (4) Eduardo Saverin/Facebook Internet – (5) Carlos Alberto Sicupira/Bebidas – (6) André Esteves/Banco Pactual – (7) Luís Frias/Mídia – (8) Joesley Batista/Alimentos – (9) Wesley Batista/Alimentos – (10) Candido Pinheiro K. de Lima/Área Médica.

Entre os 20 portentos econômicos constam também José Roberto e Roberto Irineu Marinho, das Organizações Globo.

Segundo esse levantamento, o Brasil possui 206 bilionários. Luciano Hang, da rede de lojas Havan, recém participante da lista, ocupa a 36ª posição, com capital estimado de 8,26 bilhões.

BILHÕES EM DÓLARES

Segundo a Forbes e a contabilidade oficial, o mundo fechou 2019 com 2.153 bilionários. O empresário verde amarelo Luciano Hang está na 1.057ª posição. No planeta, os mais ricos são:

(01) Jeff Bezos/Amazon/USA (US$ 131 bilhões) – (02) Bill Gates/Microsoft/USA – (03) Warren Buffett/Berkshire Hathaway/USA/Seguros e Serviços – (04) Bernard Arnault/LVMH/França/Artigos de Luxo – (05) Carlos Slim Helú/México/Telecomunicações – (06) Amâncio Ortega/Zara/Espanha/Têxtil – (07) Larry Ellison/Oracle/USA/Tecnologia – (08) Mark Zuckerberg/USA/Facebook – (09) Michael Bloomberg/Bloomberg/USA/Tecnologia – (10) Larry Page/Google/USA.

PESQUISA E DADOS COMPLEMENTARES

A simples publicação da relação dos mais ricos provoca retórica acusatória e contrária, estúpida na argumentação. Desconsideram o que esses empreendedores geram de oportunidades para o trabalho para milhões de trabalhadores e fornecedores, com respectiva distribuição de renda. E mais, bilhões ou melhor, trilhões de dólares anuais recolhidos na forma de impostos e contribuições sociais dos grandes grupos empresariais e empreendedores são fundamentais para que a roda continue a rodar, aumentando cada vez mais a velocidade e qualidade da rodagem.

A VERDADE ACIMA DE TUDO, INCLUSÃO SOCIAL

Segundo o Banco Mundial, em 1990, em torno de 35% da população mundial se encontravam na pobreza extrema. Trinta anos depois, hoje, esse índice foi reduzido para 11,7%. A China – onde cresceu o maior número de bilionários – após abrir a sua economia para o mundo, nos últimos 30 anos baixou de 700 milhões de pobres para 25 milhões. A Índia no mesmo período tirou e reduziu em mais de 110 milhões de pobres. Os milionários e bilionários daqueles países são responsáveis participantes diretos por essa redução do flagelo social.

Segundo fontes estatísticas, a cada ano, mais de 140 milhões de pessoas ao redor do planeta, são acrescidas naquilo que é considerada a classe média.

Na Ásia, o que tem permitido a melhoria de vida das pessoas é a ainda maior aglomeração nas grandes metrópoles, saída do interior para a cidade. A industrialização, construção civil e o comércio incentivam e provocam a necessária mão de obra.

O Brasil teve tal movimento migratório para o urbano, no início e decorrer do século XX. Agora, é perceptível o refluxo. Cada vez mais cidades interioranas estruturadas e as atividades no campo, no agronegócio, tem levado milhares de brasileiros para empreenderem profissionalmente e na qualidade de vida.

Antes se dizia que era “preciso sair do campo, do interior, para estudar”. Agora se diz “que é preciso estudar para voltar ao campo e labutar”.