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Turismo quatro estações

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Por Willi Backes Em 07/11/2019 às 09:49

TURISMO 4 ESTAÇÕES.

Em acolhedor salão de eventos do Museu ao Ar Livre em Orleans, no Campus Universitário da Unibave, promovido pelo “Colegiado de Cultura e Turismo da AMREC”, foi apresentado em audiovisual, produzido e patrocinado pela ALESC, longo documentário com aspectos históricos e turísticos de cada um dos 12 municípios que compõem a Associação dos Municípios da Região Carbonífera. Prestigiado pela maioria dos Prefeitos da AMREC, secretários municipais, educadores, empreendedores da indústria para o turismo e veículos de comunicação, o evento foi mais um passo adiante para o ordenamento do setor econômico.

TURISMO COMO ELE É.

Numa simplificação na definição, “turismo nada mais é do que um movimento temporário de pessoas para destinos fora dos locais habituais de trabalho e residência”. Desse entendimento, também de forma simples, é possível prospectar as dimensões das ações promocionais que visem a organização para pratica do turismo, como local, regional, estadual, nacional e decorrente desta, internacional. A lógica sequencial é que poderá determinar sucesso da empreitada dos empreendedores, para satisfação dos usuários consumidores.

O CENTRO DA BUSSULA.

Considerando o Estádio Heriberto Hulse no centro de Criciúma como ponto de partida e chegada, entre 1 e 100 km, chega-se a mais de 40 municípios, nos quais vivem mais de 1 milhão de residentes, onde tudo é possível ser encontrado: amplas alternativas gastronômicas, hotelaria e pousadas, lagos e lagoas, rios e cachoeiras, praças, parques, bosques, reservas ambientais e trilhas ecológicas, águas termais, serras, furnas, museus e memoriais, mina para visitação, excelentes praias abertas e enseadas, centros religiosos, eventos festivos comemorativos de toda ordem, equipamentos para encontros, congressos e convenções, centro de eventos de médio e grande porte, clubes sociais e desportivos, muitas, muitas mesmo, manifestações isoladas para manutenção e conservação da cultura local.

PONTAPÉ INICIAL.

Agora, a partir da reunião e união dos municípios na AMREC, questões deverão ser abordadas respeitando ordenamento organizacional e promocional. O melhor dos “briefing” para um projeto que pretende ser vitoriosos é aquele que procura responder: Quem Somos? O Que Queremos? Como Vamos Fazer?

É prudente e recomendável que jamais a CULTURA REGIONAL seja desassociada das ações que visam atender os interesses e ofertas para o TURISMO. Um arquipélago é formado por inúmeras ilhas. Uma região é formada por inúmeras comunidades, cada uma com suas características e vocações.

É previsível que nas respostas da primeira questão “QUEM SOMOS?”, irá catalogar potencialidades que são do desconhecimento da maioria, mesmo que residentes locais, como também dos circunvizinhos.

PARECE ÓBVIO ULULANTE, E É.

O melhor turista, usuário e consumidor que existe é aquele que está junto, ao lado e próximo. Esse se for atendido nas suas expectativas, volta sempre.

Aos gestores públicos resta obrigação de oferecer condições apropriadas quanto às vias, rodovias e acessos, criação, manutenção e sinalização dos equipamentos para uso comum, segurança pública, fornecimento de energia e comunicação, e, propiciar ações incentivadoras e animadoras para que empreendimentos se consolidem de forma harmoniosa.

Os empreendedores privados devem ser substanciados com perspectivas que animem para os investimentos. Treinamento e transferência de conhecimentos necessariamente devem fazer parte das prospecções.

Por maior ou menor que seja o município e somadas as suas potencialidades, impossível imaginar sobrevivência em voo solitário. Só para exemplificar, é fácil concluir que eventos gastronômicos, culturais e religiosos realizados em Nova Veneza e Caravággio, bem como, a Festa do Vinho em Urussanga e a Festa da Tainha no Balneário Rincão, tem sucesso alcançado devido a inserção efetiva de toda a região, notadamente pelos criciumenses.

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