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Fiz que fui, não fui, acabei 'fondo'

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Por Willi Backes Em 05/08/2019 às 16:39

FIZ QUE FUI, NÃO FUI, ACABEI FONDO.

Nas décadas de 70 e 80 do século passado, o E. C. Internacional de Porto Alegre teve nas suas hostes o centroavante Claudiomiro Estrais Ferreira, também chamado de “bigorna”. Sem muita técnica, mas, eficiente nas finalizações. Na linguagem do futebol, batia seco, constante e forte, por isso o apelido. É dele autoria da frase título destas linhas.

Transportando o sentido da frase para a política, fica também enigmática, mas, também entendível.

O Presidente Jair Messias Bolsonaro tem no GSI e na vida pregressa, contabilizado informações e dados, alguns já de conhecimento popular e outros, agora revelados, que desmontam qualquer versão ou defesa contrária. A cada enxadada, no estrume, um monte de minhocas.

O Presidente lança uma frase “teaser”, silencia por tempo, os atingidos reagem ofendidos e indignados, o Presidente acaba “fondo”, sempre com um gol de placa. Foi assim com os investimentos asiáticos no Brasil, com os preços dos combustíveis, com o ex-presidente do BNDS, com as prepotências da Alemanha, França e Noruega, com os dados estatísticos do IBGE e do INPE, com a vida bandida e sorrateira do presidente da OAB Felipe de Santa Cruz Oliveira e seu pai Fernando Santa Cruz.

O MOFO IDEOLÓGICO E TEMÁTICO DO LEBLON

Ninguém, ninguém mesmo, conhece as fronteiras externas e internas da Amazônia quanto os “milicos”. Quando o Presidente Emílio Garrastazu Médici (1969 – 1974) iniciou projeto e construção da Rodovia Transamazônica, com 8.000 km de extensão, foi ridicularizado assim como seus sucessores militares, principalmente pelos governos civis e mídia a partir de 1985. Agora, no Governo Jair Bolsonaro, as obras da majestosa obra da Transamazônica estão retomadas. Integração civilizatória, econômica e social.

Ouvir e ler palpites cheirosos e cheirados da autodenominada elite pensante e artistas e arteiros globais, tendo a Amazônia, meio ambiente e aquecimento global, acomodados nas almofadas no Leblon no Rio de Janeiro, de tão ridículos nem ao menos animam gargalhar. Tentam distinguir o touro da vaca olhando nos chifres. Acham semelhanças entre a cenoura e a mandioca. Pra essa gente, enchentes no pantanal é decorrente do degelo na Antártida.

A gestão e manejo da Amazônia é pra que conhece e sabe como se relacionar com os predicados naturais. Daquele imenso mar verde, sairá produção mineral e demais extrativos, ouro em todas as tonalidades.

DAR NOME AOS BOIS.

O agronegócio, simbolizado na agricultura e pecuária, é de longe a principal atividade econômica e cultural do Brasil. O Governo Federal a muito utiliza a denominação de Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), entidade que agasalha e é “chapéu” de inúmeras organizações complementares para o ordenamento do setor.

Em Santa Catarina, é de igual forma a importância do setor (es) para o desenvolvimento e crescimento econômico e cultural. Quase que diariamente o Governo do Estado divulga e promove informações que ressaltam desempenho com números alvissareiros, notadamente advindos da pecuária catarinense na avicultura, bovinocultura, suinocultura, pesca e piscicultura.

Até 2018, a Secretaria Estadual responsável tinha a denominação de “Secretaria da Agricultura e da Pesca do Estado de Santa Catarina”. Cadê a pecuária?

Em 2019, veio a nova denominação ficando chamada de “Secretaria da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural de Santa Catarina”. Cadê a pecuária?

A pesca, inserida na piscicultura, é setor ou derivado da atividade pecuária, assim como ovos, leite, carnes, etc.

Nos parece que o Ministério faz melhor síntese na sua denominação.