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Produtor rural de Imaruí ganha destaque no Domingão do Faustão

Ele contou como o programa Negócio Certo Rural, do Sebrae e Senar, melhorou a sua produção
Produtor rural de Imaruí ganha destaque no Domingão do Faustão
Por Redação Engeplus Em 21/12/2017 às 16:18

O produtor rural Dourival Ido Teixeira, de Imaruí, no Litoral Sul catarinense, foi destaque no programa Domingão do Faustão, da Rede Globo, no último domingo, dia 17. Ele contou como melhorou a sua produção de mandioca e farinha de mandioca graças ao programa Negócio Certo Rural, Idealizado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), hoje também em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).

O case de sucesso de seu Dourival já havia se destacado a nível nacional quando foi o único selecionado entre diversos outros cases dos três estados da região Sul. A seleção ocorreu em todo o país e escolheu apenas uma história de cada região para compor o material institucional do Negócio Certo Rural, o qual será divulgado no Brasil todo. Na oportunidade, uma equipe de Brasília (DF) do Senar esteve na propriedade de seu Dourival, na localidade de Samambaia, para registrar a experiência dele com o programa.

Já para o Domingão do Faustão foi feita uma nova gravação, como conta o consultor do Sebrae/SC, Daniel Bittencourt. “É um mérito muito grande para o Negócio Certo Rural e o seu Dourival esse destaque a nível nacional, tanto no Domingão, como no material do Senar. Esse produtor rural participou do projeto em 2014 e desde então a produção dele só melhorou. Foram identificados problemas e apontadas soluções, pois esse é um dos principais objetivos do programa”, salienta Bittencourt.

O coordenador regional do Sebrae/SC, Murilo Gelosa, destaca a importância do Negócio Certo Rural para a economia do estado. “Santa Catarina é forte na produção agropecuária, mas sabemos que muitos produtores não têm as noções básicas para administrar seus negócios. Porque, sim, é primordial que eles pensem como empresários rurais, que eles vejam suas propriedades como negócios. A partir disso, podem negociar melhor e vender mais, o que, consequentemente, também melhora a economia catarinense”, pontua Gelosa.

Colaboração: Vanessa Amando / NB Comunicação