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Primeiro foco do Aedes aegypti é encontrado em Capivari de Baixo

Larvas foram encontradas em armadilhas da região central
Primeiro foco do Aedes aegypti é encontrado em Capivari de Baixo
Foto: Divulgação
Por Redação Engeplus Em 07/04/2021 às 21:29

A equipe de agentes de endemias da prefeitura de Capivari de Baixou localizou, nesta quarta-feira, dia 7, o primeiro foco do ano do mosquito Aedes aegypti, transmissor de diversas doenças causadas por vírus, como dengue, zika, chikungunya e febre amarela. Ao picar uma pessoa doente, o mosquito é infectado e pode transmitir a doença a uma pessoa sadia.. As larvas foram capturadas em uma das armadilhas espelhadas pelo município nos arredores do prédio do Centro de Atenção Psicossocial (Caps), na região central.

De imediato, as agentes delimitaram uma área de 300 metros nos arredores e iniciaram, ainda hoje, uma varredura completa na tentativa de coletar outros focos. Este trabalho leva em torno de dois a três dias para ser feito. O alerta em Capivari de Baixo já foi cadastrado no sistema da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive-SC) e as coletas positivadas encaminhadas à Gerência Regional de Saúde de Tubarão.

O trabalho na cidade termelétrica é realizado pelas agentes Tatiana Farias e Deise de Aguiar Venâncio, que realizam uma série de ações preventivas e pedem para que os capivarienses fiquem atentos no quintal das suas casas, principalmente em locais que possam acumular água ou poças, como pneus, garrafas e resíduos em geral, além de tampas de vasos e caixas d’água, todos esses locais bem propícios à proliferação de larvas do mosquito.

“Sobre o foco e as larvas positivadas que encontramos, somos obrigados a destruir a armadilha, na verdade flambar (fazer assepsia de por meio de chamas) ou queimar. Vamos seguir firmes neste controle. O mosquito dói Aedes pode até matar e causar uma série de doenças”, alertou Tatiana.

O novo secretário de Saúde de Capivari de Baixo, Kauê Angeramis Luciano, preocupado com a localização deste primeiro foco no ano, também solicita o apoio da comunidade. “Foi aceso um sinal de alerta, mas a equipe de endemias agiu rápido e já está em campo realizando esta importante varredura. Contamos com o apoio do cidadão para que recebam as agentes em suas casas para realizar este rastreamento. O público também pode ajudar fazendo ou mantendo a limpeza individual de cada espaço particular”, convocou Kauê.