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No Sul de Santa Catarina, Carlos Moisés anuncia R$ 28 milhões para a educação especial

Recursos serão usados em construções, reformas, ampliações e compras de equipamentos
No Sul de Santa Catarina, Carlos Moisés anuncia R$ 28 milhões para a educação especial
Foto: Lucas Renan Domingos/Portal Engeplus
Por Lucas Renan Domingos Em 07/10/2021 às 16:36

O governador de Santa Catarina está cumprindo agenda no Sul de Santa Catarina nesta quinta-feira, dia 7. O objetivo da visita é o anúncio de recursos destinados para investimentos em instituições de educação especial da região. Pela manhã, Carlos Moisés esteve na cidade de Braço do Norte assinando a liberação das verbas. À tarde, o ato aconteceu em Içara.

Ao todo o Governo de Santa Catarina está destinando R$ 28 milhões para a educação especial em 40 municípios do Sul do Estado. Com os recursos, as instituições farão construções, ampliações, reformas e compra de equipamentos. Em Içara, a assinatura aconteceu na sede da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) do município, onde foram liberados R$ 19,3 milhões para as cidades que fazem parta da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec) e da Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense (Amesc).

“Estamos fazendo um movimento de investimentos nas instituições que são parceiras do Estado, como as Amas e as Apaes e outras associações de pessoas com deficiência. Já estamos superando o montante de R$ 200 milhões de investimentos da educação especial no Estado. Chegou o momento não só de dizer que a educação especial é prioridade no nosso governo, mas de forma muito concreta demonstrar que estamos investindo recursos em todas as regiões. São mais de 600 projetos em Santa Catarina”, afirmou o governador.

Moisés prometeu ainda que as verbas para instituições de educação especial esterá inserida no caixa do Governo de Santa Catarina para os próximos anos. “Nós temos voluntários nas Apaes, professores da rede estadual, professores temporários e muitas pessoas que se dedicam para a educação especial e de inclusão. A educação especial deve ser um programa permanente de governo e nunca mais ser esquecida”, disse.

Em Içara,  Carlos Moises oficializou recursos para as Apaes de Criciúma (R$ 4,18 milhões), Araranguá (R$ 425 mil), Balneário Arroio do Silva (R$ 300 mil), Balneário Gaivota (R$ 2,3 milhões), Jacinto Machado (R$ 400 mil), Maracajá (R$ 107,1 mil), Meleiro (R$ 200 mil), Passo de Torres (R$ 2,4 milhões), Praia Grande (R$ 79 mil), Santa Rosa do Sul (R$ 200 mil), São João do Sul (R$ 50 mil), Sombrio (R$ 500 mil), Timbé do Sul (R$ 191,5), Turvo (R$ 100 mil), Cocal do Sul (R$ 164,4), Forquilhinha (R$ 1 milhão), Içara (R$ 188,2 mil), Lauro Müller (R$ 670,6 mil), Morro da Fumaça (R$ 609,2 mil), Nova Veneza (R$ 356,1 mil), Siderópolis (R$ 44,4 mil), Urussanga (R$ 250 mil), Balneário Rincão (R$ 1,8 milhão).

Além de recursos para a Ama de Araranguá (R$ 1,5 milhão), Ama de Criciúma (R$ 600 mil), para Associação dos Surdos do Extremo Sul Catarinense - Asesc (R$ 698,8 mil) e para o Instituto de Educação Especial Diomício Freitas (R$ 187,4 mil).

Já em Braço do Norte, o governador autorizou recursos para as Apes dos municípios de Braço do Norte (R$ 356 mil), Armazém (R$ 500 mil), Capivari de Baixo (R$ 400 mil), Grão-Pará (R$ 300 mil), Gravatal (R$ 1 milhão), Imaruí (R$ 120 mil), Imbituba (R$ 600 mil), Jaguaruna (R$ 500 mil), Laguna (R$ 500 mil), Orleans (R$ 230,7), Rio Fortuna (R$ 700 mil), Sangão (R$ 200 mil), São Ludgero (R$ 500 mil), São Martinho (R$ 900 mil), Treze de Maio (R$ 36,7 mil), Tubarão (R$ 450 mil). Também foram atendidas a Associação dos Amigos dos Autistas (AMAI) de Imbituba (R$ 1,52 milhão), Associação Vida e Arte de Tubarão (R$ 596 mil).

“Nunca um governo investiu tanto na educação especial. É o olhar humanizado do governador para o segmento da pessoa com deficiência. O investimento inicial era de R$ 100 milhões e hoje esse valor mais que dobrou. Pela primeira vez teremos um investimento para a construção de uma associação de surdos. A construção das Apaes de Balneário Rincão e Balneário Gaivota são feitas. Mudamos a forma de avaliação técnica dos projetos para garantir mais transparência e melhor utilização dos recursos nessas demandas tão urgentes”, frisou a presidente da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE), Janice Krasniak,