InternetData CenterAssinante

Carlos Moisés envia à Alesc projeto que amplia benefício de gestação múltipla em SC

Estado investe cerca de R$ 2 milhões por ano para o pagamento do benefício
Carlos Moisés envia à Alesc projeto que amplia benefício de gestação múltipla em SC
Foto: Ascom/Arquivo/SES
Por Redação Engeplus Em 23/09/2021 às 11:46

O Governo do Estado enviou nessa quarta-feira, dia 22, para a Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), o projeto de lei que amplia a idade máxima para recebimento dos benefícios do Programa Gestação Múltipla. Desde 2010, Santa Catarina paga um valor mensal de R$ 502,60 por criança para famílias carentes com três ou mais filhos de uma única gravidez. A ideia é subir de 12 para 18 anos.

“Eu costumo dizer que governar é trabalhar e cuidar das pessoas, essa é a nossa grande obra. Tenho certeza que contaremos com o apoio dos nossos parlamentares para podermos contribuir melhor com as famílias catarinenses e, principalmente, com as crianças, ampliando assim, a legislação vigente”, destaca o governador Carlos Moisés.

O Governo do Estado investe cerca de R$ 2 milhões por ano para o pagamento do benefício, que contempla 123 famílias. Para receber os valores, a renda per capita da família não pode ser superior a 75% do salário mínimo.

O projeto de lei visa ajudar ainda mais pais como Sidneia Batista, moradora de Braço do Norte, no Sul do Estado. Ela é mãe solo das quíntuplas Evelin, Vitória, Isadora, Samanta e Poliana. Na pandemia, Sidneia perdeu outras fontes de renda, o que salvou a família foram os valores que recebe do programa Gestação Múltipla, do qual participa desde 2012.

“Será fundamental não só para mim, que sou mãe solo, mas para tantas outras famílias. É uma iniciativa que vai fazer a diferença no futuro das minhas filhas”, comenta Sidneia Batista.

Outros pré-requisitos

Os beneficiários devem ser nascidos em Santa Catarina, exceto quando, por recomendação médica ou por falta de leito ou de unidades de tratamento intensivo neonatal, seja necessário que o parto ocorra em outro estado.

Os pais devem residir no território catarinense por, no mínimo, dois anos, de forma ininterrupta, antes do nascimento dos filhos e manter residência no estado até o término do período de usufruto do benefício.

“Essa revisão e ampliação da idade dos beneficiários busca fortalecer cada vez mais o nosso Estado que, por meio do governador, tem colocado empenho em prol daqueles que mais precisam ser assistidos”, exalta o secretário de Estado do Desenvolvimento Social, Claudinei Marques.

O benefício de gestação múltipla está vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Social (SDS). Se a proposta for aprovada pelos deputados, a lei produzirá efeitos a partir de 1º de janeiro de 2022.