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União de loja física e virtual pauta o bate-papo de Café de Ideias

Evento online da CDL de Criciúma buscou ajudar os lojistas a vender pela internet
União de loja física e virtual pauta o bate-papo de Café de Ideias
Foto: Divulgação
Por Redação Engeplus Em 05/08/2020 às 11:45

O e-commerce já vinha crescendo constantemente desde 2011, mas o isolamento social por conta da pandemia do novo coronavírus acelerou o processo de virtualização do comércio. Somente em abril o Mercado Livre registrou um aumento de 72,6% nos pedidos. A união entre lojas físicas e virtuais foi o tema da 2ª edição do Café de Ideias, evento remoto promovido pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Criciúma na manhã desta quarta-feira, dia 5. O encontro teve a participação do fundador e CEO da Climba Commerce, empresa especializada em tecnologia e estratégia para e-commerce, Rafael da Cunha.

Para o profissional, com mais de 15 anos de experiência no desenvolvimento web, as mudanças do varejo não são diferentes e loja física se restringe a região local, enquanto no online se pode expandir as vendas para o resto do país. “Entre as razões para os consumidores optarem pela compra virtual está em 45% a comodidade e segurança de não precisar sair de casa, principalmente em tempos de pandemia, além da diferenciação do preço, flexibilidade de horários e facilidade de pesquisa”, pontuou Rafael.

Quase metade (47%) dos clientes fazem pesquisas online antes de comprar na loja física, por isso na hora de iniciar um e-commerce alguns pontos como plataforma e cadastro de produtos são os mais importantes. “É preciso dedicar tempo para cadastrar e descrever os produtos, para que se torne atrativo aos consumidores. Além desses dois primeiros passos é preciso pensar no marketing, frete, pagamento, finalização dos pedidos, separação e envio e avaliação do produto”, explicou o especialista.

O consumidor está sempre mudando e é preciso ficar atento para as novas necessidades que precisam ser atendidas, frisa a presidente da CDL de Criciúma, Andréa Gazola Salvalaggio. “Os lojistas têm que aproveitar esse momento de transformação para avaliar quais serviços e operações podem ser integradas a sua loja, como uma forma de atrair os clientes e tornar o processo de compra cada vez mais facilitado“, ressaltou.