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Órteses sob medida trazem maior conforto aos pacientes

Material facilita a adaptação de pacientes que possuem dificuldades motoras
Órteses sob medida trazem maior conforto aos pacientes
Foto: Divulgação/Únic
Por Redação Engeplus Em 29/05/2020 às 10:35

A necessidade de uma órtese costuma ser algo desagradável, e que necessita de muita paciência até se adaptar e encontrar a solução ideal. Mas, em Criciúma uma terapeuta ocupacional produz as órteses sob medida para seus pacientes, facilitando essa adaptação e diminuindo problemas gerados pelos equipamentos de tamanho padrão, normalmente vendidos no mercado.

“O termoplástico me possibilita fazer os dispositivos sob medida e ajustar diretamente na mão do paciente respeitando a anatomia funcional da mão e evitando pontos de pressão que possam gerar ferimentos”, explica a terapeuta ocupacional da Únic, Simoni da Silva Salamoni.

Diferente da prótese, que substitui um membro amputado, a órtese auxilia esse membro a realizar movimentos quando ocorre alguma lesão, ou o paciente tem alguma dificuldade de desenvolvimento motor. A terapeuta ocupacional tem justamente o trabalho de, após receber o paciente de um ortopedista, por exemplo, realizar a avaliação do caso e prescrever a órtese de acordo com a necessidade do paciente.

As órteses são o carro chefe da Terapia Ocupacional, que utiliza de criatividade e ciência para produzir os equipamentos com o intuito de auxiliar membros com funções deficitárias, evitando futuras deformidades, além do seu posicionamento correto, diminuindo dor e edemas. “É importante frisar que a órtese não substitui o programa de reabilitação, por isso é fundamental o acompanhamento e as orientações de adaptações de atividades e exercícios terapêuticos", ressalta Simoni.

A Terapia Ocupacional também pode ser aplicada em outros âmbitos além da saúde, como educação e área social, por exemplo, com o objetivo de promover a emancipação e a autonomia das pessoas. “O objetivo principal é atender demandas ligadas às questões físicas, sensoriais, mentais, psicológicas e ou sociais, que levem o paciente a ter, temporária ou definitivamente, dificuldade na inserção e participação na vida social”, define a terapeuta ocupacional da Únic.

Colaboração: Natasha Monteiro/Traquejo Comunicação

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