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País tem 57 mortes por Covid-19; Saúde repassará mais R$ 600 milhões para estados e municípios

De acordo com o Ministério da Saúde, 2.433 pessoas já foram diagnosticadas com a doença
País tem 57 mortes por Covid-19; Saúde repassará mais R$ 600 milhões para estados e municípios
Foto: Divulgação/Ministério da Saúde
Por Lucas Renan Domingos Em 25/03/2020 às 17:55

No Brasil, são 57 mortes confirmadas por conta do coronavírus. Os dados do Ministério da Saúde (MS), até às 15 horas desta quarta-feira, dia 25, foram atualizados durante coletiva. No país há também outras 2.433 pessoas diagnosticadas com a doença. “Os números estão crescendo em um ritmo aproximadamente igual do que foi os últimos dias”, afirmou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

A taxa de mortalidade no Brasil é de 2,4%, de acordo com o Ministério da Saúde. As mortes também não estão mais concentradas no Sudeste. Com a nova atualização, foram confirmados óbitos na região Norte (Amazonas), Nordeste (Pernambuco) e Sul (Rio Grande do Sul). Rio de Janeiro e São Paulo seguem liderando o número de casos fatais. São 48 óbitos no Estado paulista e seis no Rio de Janeiro.


Fonte: Ministério da Saúde

“São números dentro do que está esperado para este mês. Agora vamos trabalhar até o fim de semana para ver quais são as projeções para o próximo”, disse Mandetta. “Amanhã lançaremos um painel do coronavírus com maiores detalhamentos dos casos”, disse o ministro.

Mais R$ 600 milhões para o Estados

O Ministério da Saúde também anunciou um novo repasse para os estados e municípios na casa de R$ 600 milhões. As verbas serão utilizadas exclusivamente no combate ao coronavírus. “Na primeira leva tínhamos destinado R$ 415 milhões para as Secretarias de Estado de Saúde. Agora serão mais R$ 600 milhões que cada Estado deve decidir. Se for para o município, vamos transferir diretamente para o Fundo Municipal de Saúde ou se vai para o Estado”, detalhou Mandetta.

O MS também definiu como será feito o cálculo do repasse. Os valores mínimos são de até R$ 2 por habitante e repasses máximos de até R$ 5 por habitante. “Os recursos que forem necessários, vamos repassando. Foi fruto de uma discussão que tivemos com prefeitos de capitais e de cidades de regiões metropolitanas”, explicou.