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‘Concordo com quem pensa na saúde da população’, afirma Salvaro

Prefeito de Criciúma esteve na manhã desta terça-feira na Casa de Saúde do Rio Maina
‘Concordo com quem pensa na saúde da população’, afirma Salvaro
Foto: Thiago Hockmüller / Arquivo Engeplus
Por Rafaela Custódio Em 31/03/2020 às 09:16

O prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro, voltou a frisar na manhã desta terça-feira, dia 31, que sua maior preocupação neste momento é com a saúde da população. Ele visitou as obras da Casa de Saúde do Rio Maina e garantiu que hospital que será destinado aos pacientes com coronavírus (Covid-19) estará pronto até o dia 10 de abril. 

“Aqui teremos leitos de retaguarda e serão quase 200. Esperamos que não seja preciso utilizar, mas se for, teremos um local. Nós estamos seguindo a orientação da comunidade científica de saúde. Estamos vendo o que está acontecendo na Itália, na Espanha e Estados Unidos. Quero crer que não precise, mas se precisar, o local está pronto para atuar”, garantiu em entrevista a repórter Talita Grassi, da Rádio Eldorado. 

Salvaro ainda comentou que após o combate ao coronavírus, a Casa de Saúde do Rio Maina poderá servir como uma casa de repouso. “O nosso olhar vai para virar um asilo, uma casa de repouso. A demanda por asilos é cada vez maior. Nós não temos mais espaço no São Vicente de Paulo e esse ambiente é especial para isso. Temos que pensar nos nossos jovens, mas não podemos esquecer aqueles que construíram a nação”, afirmou. 

O chefe de Poder Executivo de Criciúma afirmou que gostaria de ver todos os políticos atuando juntos. “O meu sonho seria uma voz verticalizada, um comando verticalizado. Que Brasília, Estados e Municípios trabalhassem todos na mesma direção e percebemos que existem conflitos de comandos e interesses. Estão misturando política e em um momento tão difícil. Discordo do presidente [Jair Bolsonaro] e também discordo do João Dória [governador de São Paulo]”, relatou. 

“Concordo com quem pensa na saúde da população. Empresas vão morrer, pessoas vão morrer. Temos que trabalhar para que poucas empresas fechem, poucos empregos sejam perdidos e poucas pessoas morram”, finalizou.