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Cai a classificação de risco potencial da Covid-19 na Amurel e prefeitos reavaliarão quarentena

Avaliação da região passou de gravíssimo para grave e comércio deverá ser reaberto
Cai a classificação de risco potencial da Covid-19 na Amurel e prefeitos reavaliarão quarentena
Foto: Thiago Hockmüller/Arquivo Portal Engeplus
Por Lucas Renan Domingos Em 22/07/2020 às 14:56

A classificação de risco potencial da Covid-19 na Associação dos Municípios da Região de Laguna (Amurel) caiu de gravíssimo para grave. A informação foi atualizada pelo Centro de Operações de Emergência em Saúde (Coes) nesta quarta-feira, dia 22. Diante da nova situação, os prefeitos da Amurel irão se reunir na noite de hoje para reavaliar a continuidade ou não do decreto que determinou quarentena na região até a próxima sexta-feira, dia 24.

A ferramenta de classificação de risco do Coes analisa a evolução do contágio do novo coronavírus por regiões do Estado. São quatro os níveis e cores que definem a classificação de risco das regiões catarinenses: moderado (azul), alto (amarelo), grave (laranja) e gravíssimo (vermelho).

“Hoje tivemos a informação que retornamos para o laranja. Já tivemos uma reunião pela manhã para conversar sobre como vamos proceder em relação ao decreto, mas nem todos os prefeitos puderam participar. Nesta quarta-feira à noite teremos um novo encontro com todos os prefeitos e vamos avaliar quais medidas serão tomadas. O atual decreto deve permanecer até sexta-feira. O que precisamos decidir é como ficará a quarentena a partir da próxima segunda-feira (dia 27)”, afirmou o presidente da Amurel e prefeito de Treze de Maio, Clésio de Biasi.

A tendência, segundo o prefeito, é que o funcionamento do comércio deva ser liberado. “Vamos criar um novo regramento e intensificar as fiscalizações para que as regras sanitárias sejam cumpridas. Os lojistas querem abrir suas lojas e a gente está sendo cobrado. Então vamos trabalhar para manter a taxa de contágio e evitar que a gente volte para o vermelho, que é de risco potencial gravíssimo”, pontuou.