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Acessibilidade ainda é um problema na Galeria Cavaler, no Terminal Central

Apenas uma das escadas rolantes funciona. Não há rampa de acesso, nem elevador
Acessibilidade ainda é um problema na Galeria Cavaler, no Terminal Central
Foto: Thiago Hockmüller/Portal Engeplus
Por Thiago Hockmüller Em 28/01/2020 às 14:44

A Galeria Cavaler, no terminal Central de Criciúma, segue com problemas de acessibilidade. Em outubro do ano passado, uma das duas escadas rolantes recebeu manutenção e voltou a funcionar, no entanto, o equipamento responsável para contribuir com o movimento de descida dos pedestres está inutilizado.  

O Portal Engeplus entrou em contato com a administradora da galeria, no entanto, os dois responsáveis estão em período de férias. O gerente dos terminais rodoviários, que é funcionários do setor de Patrimônio da Prefeitura de Criciúma, Alan Cardoso, explica que será encaminhado um novo ofício para a administradora cobrando o funcionamento da escada rolante.  

Em outubro do ano passado, a previsão dada é de ativação em até 60 dias. “Eles disseram que vão arrumar e que não tem peça, que estão trazendo peças de fora e não deram previsão. Cobramos e vamos notificar novamente a questão da escada e solicitar a acessibilidade para a saída do calçadão. Uma rampa semelhante à do outro lado”, explica Cardoso. 

No lado administrado pela Prefeitura, existem elevadores, tanto para acessar a rua Duque de Caxias como para entrar terminal de ônibus (neste caso há ainda a opção de escadas rolantes nos dois sentidos). Na saída para o calçadão também existe uma rampa de acesso que facilita a vida de cadeirantes, por exemplo. 

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No lado da administradora, Cardoso explica que um engenheiro foi levado ao local para estudar a construção de uma rampa com saída para o Centro. “Levaram o engenheiro e estavam pensando em fazer uma rampa igual à do outro lado. Ainda não desenvolveram o projeto, mas isso envolveria a desativação de duas salas (comerciais)”, argumenta.   

A administradora é responsável pela Galeria Cavaler desde a década de 90. A concessão, segundo informado pelo gerente dos terminais, vale por 55 anos a contar do início do contrato.