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Famcri e Corpo de Bombeiros capturam capivara na Praça do Congresso

Espécie de roedor tem aparecido com frequência na região central de Criciúma
Famcri e Corpo de Bombeiros capturam capivara na Praça do Congresso
Foto: Divulgação/Famcri
Por Lucas Renan Domingos Em 27/12/2019 às 16:20

Aproximadamente quatro horas foi o tempo necessário para a equipe da Fundação do Meio Ambiente de Criciúma (Famcri) e Corpo de Bombeiros capturar uma capivara nesta sexta-feira, dia 27, em Criciúma. O animal foi visto no lago da Praça do Congresso e deu trabalho para ser retirado do local. 

O roedor foi avistado na noite dessa quinta-feira, dia 26, pelo sargento Alex Consoni Correa, do 28º GAC, durante rondas na região da praça do congresso. O militar acionou a Famcri que imediatamente foi ao local para verificar a situação. "Constatamos que era realmente uma capivara, mas como já era noite ficava complicado para tentar pegar ela. Voltamos ao local hoje pela manhã com o apoio do Corpo de Bombeiros. Começamos os trabalhos para capturar o animal por volta das 8 horas da manhã e só paramos um pouco depois das 12 horas", contou o fiscal da Famcri, Valmir Gomes.

Após ser capturado o roedor foi colocado em uma gaiola e levado para uma área de mata na cidade de Criciúma. "É uma região onde já existe bastante capivara, corregós de rios e alimentação para ela", disse o fiscal. 

Capivaras aparecendo com frequência

Conforme informou Gomes, esse não foi o primeiro caso de capivara sendo capturada na região central de Criciúma. Recentemente outro episódios foram registrados nos bairros Centro, São Luiz e Próspera. "Elas andam pelo rio Criciúma. Como a água é poluída, não possuem muitos alimentos e acabam saindo para buscar comida", disse. "Já pegamos capivara na próximo ao Giassi do bairro Santa Bárbara (apenas referência), na Galeria Lúcio Cavaler, no Centro, e até dentro de uma oficina, no São Luiz", lembrou Gomes. 

Caso alguma capivara ou outro animal silvestre seja visto por populares, a orientação é ligar para a Famcri, Corpo de Bombeiros ou Polícia Ambiental. "Esse tipo de bicho pode se sentir ameaçado e atacar. A mordida de uma capivara é forte e pode provocar uma lesão", destacou o fiscal da Famcri.