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Mercado de vigilância busca profissionais além da formação especializada

20
JUN
2017
| 20h35
20h35
Redação Engeplus
Jornalista | Portal Engeplus
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Marcelo Alves já atuou como vendedor, gerente, motorista, entre outras profissões. Ele também serviu ao Exército Brasileiro por três anos, o que lhe despertou a vontade de trabalhar com o setor organizado e de segurança. Hoje, o gaúcho morador de Criciúma é vigilante, função que desempenha há quatro anos e na qual vê a possibilidade não somente de garantir a renda da família, mas também de ajudar as pessoas.

“Quando chega no fim do expediente o vigilante sabe que, por mais um dia, ele fez algo bom pelas pessoas, zelou pela segurança delas ou da empresa que ele está prestando serviços. Isso é muito gratificante”, assegura Alves ao acrescentar que uma das melhores sensações é passar o posto sem registro de ocorrências ao vigilante seguinte.

Em 20 de junho é celebrado o Dia Nacional do Vigilante e o supervisor de vigilância das Empresas Tecserv, Samuel Marques Nunes, explica o que é preciso fazer para poder atuar nesta área: “as exigências mais técnicas são a formação no curso de vigilantes homologado pela Polícia Federal, ser maior de 21 anos, ter pelo menos o Ensino Fundamental completo e não ter registro criminal, que é a conhecida ficha limpa com as polícias. Porém, é uma profissão que lida com pessoas e riscos, então outras características também são levadas em conta”.

O supervisor de qualidade da Tecserv, Volnei da Silva, reforça que é fundamental que a pessoa tenha um perfil idôneo. Além disso, segundo ele, os profissionais de destaque são aqueles que vão além do curso de formação. “O cliente quer muito mais do que um prestador de serviços. É importante ser simpático, cortez, se comportar bem diante dos outros, ter atenção, postura e isso não se aprende com cursos, tem que vir da pessoa mesmo”, destaca Silva.

Hoje, Criciúma conta com uma escola de formação de vigilantes, o que tem colocado cada vez mais profissionais neste mercado. Bom para quem precisa contratá-los, afirma o diretor, Davi Teixeira. “A região está bem servida destes profissionais, sem contar que o perfil deles melhorou bastante nos últimos anos. Hoje, os vigilantes têm conhecimento em informática e estão mais preocupados com especializações e até com a saúde, já que fazer academia ou praticar algum esporte pode ser um diferencial na hora de contratar”, adianta Teixeira.

Colaboração: Vanessa Amando / Empresas Tecserv

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