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Greve

Mineiros definem data para greve

Paralisação pode ocorrer nos dias 6 e 10 de março em cinco minas da região

01
MAR
2014
| 14h05
14h05
Douglas Saviato
Jornalista | Portal Engeplus
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Os mineiros definiram duas datas para uma possível paralisação nos próximos dias, caso a classe patronal não ofereça outra proposta na negociação em relação ao aumento salarial da categoria. Os cinco sindicatos da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec) realizaram assembleias nesta manhã simultaneamente. Conforme o presidente da Federação dos Mineiros, entidade que representa os três estados do Sul do país, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, Genoir José dos Santos, o Foquinha, os sindicatos de Criciúma, Forquilhinha, Urussanga e Lauro Müller decidiram que à zero hora do próximo dia 10 paralisam as atividades. Já o sindicato de Siderópolis sinalizou que entra em greve à zero hora do dia 6.

“Queríamos que todos paralisassem dia 10 se não houvesse negociação, mas Siderópolis já queria paralisar as atividades na segunda-feira, como é preciso de 72 horas para que uma greve inicie, os trabalhadores irão parar no dia 6”, explica Foquinha. A adesão da greve será de 100% dos trabalhadores. Cinco empresas serão afetadas, quatro em Treviso, são elas: Metropolitana, Rio Deserto, Carbonífera Belluno e Comin Companhia. Em Siderópolis, os mineiros da Grabriela Mineração irão parar as atividades.

Essas empresas, segundo Foquinha, são responsáveis por 50% de todo carvão destinado para produção de energia elétrica da Tractebel Energia. Ao todo, 1,5 mil profissionais ficarão parados com a greve. A categoria pede 10% de aumento real mais a inflação de 5,56%; no entanto, o sindicato patronal oferece aos trabalhadores um aumento de 1,44% mais a inflação.  A categoria também pleiteia cláusulas sociais, como cesta básica, plano de saúde, lucro e resultados no rendimento da empresa, entre outras reinvindicações. 

Segundo o presidente do Sindicato da Indústria de Extração de Carvão do Estado de Santa Catarina (Siecesc), Ruy Hülse, 10% de aumento é inviável. “Oferecemos 1,44% de ganho real e esperamos uma contraproposta da categoria. A primeira proposta foi de 1%”. 

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