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Trânsito é interrompido no trecho Sul da BR-101 em dois momentos

Detonação de rochas e manifestação da CUT comprometem o tráfego entre Tubarão e Laguna nesta quinta-feira
Trânsito é interrompido no trecho Sul da BR-101 em dois momentos
Foto: Fotos: Ana Paula Colombo Cardoso
Por Vanessa Amando Em 11/07/2013 às 14:18
Ao meio-dia desta quinta-feira o trecho da BR-101 no limite entre os municípios de Laguna e Pescaria Brava, no KM 314,5, foi fechado para o trânsito em virtude de detonação de rochas. A interrupção do tráfego nos dois sentidos da rodovia foi necessária para a continuidade das obras de duplicação da BR. A informação é de que o trânsito foi liberado às 14 horas.
 
Além disso, daqui a pouco, a partir das 15 horas, deve acontecer novo bloqueio na rodovia, dessa vez na altura da ponte de Cabeçuda, em Laguna. A circulação de veículos será impedida devido à manifestação da Central Única dos Trabalhadores (CUT), mobilização que acontece em todo o Brasil ao longo do dia de hoje. Pela câmera da Engeplus instalada na ponte é possível acompanhar ao vivo as imagens do local. 
 
Neste momento, sindicalistas já estão concentrados na cabeceira da ponte. Eles pretendem ocupar toda a extensão da ponte e interromper o tráfego por até 1h30min. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Tubarão acompanha a movimentação no local.
 
Um grupo de Criciúma partiu rumo a Laguna por volta das 13 horas; pelo menos quatro ônibus e alguns automóveis particulares com membros do Sindicato dos Servidores Públicos de Criciúma (Siserp) também devem participar da manifestação. Em torno de 500 pessoas de Criciúma estarão presentes, além de outras das cidades de Araranguá, Tubarão e Laguna.
 
Reivindicações - Na pauta geral das categorias estão: contra o PL 4330, que retira os direitos dos trabalhadores brasileiros e precariza ainda mais as relações de trabalho no Brasil; para que as reduções de tarifa do transporte não sejam acompanhadas de qualquer corte dos gastos sociais; 10% do orçamento da União seja direcionado para a saúde pública; 10% do PIB para a educação pública; verbas públicas somente para o setor público; fim do fator previdenciário; redução da jornada de trabalho para 40 horas sem redução de salários; reforma agrária e suspensão dos leilões de petróleo.