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Criciumense desenvolve uniformes do Internacional de Lages

Rafael Hoffmann trouxe inovação para o manto do Leão Baio
Criciumense desenvolve uniformes do Internacional de Lages
Foto: Divulgação
Por Redação Portal Engeplus Em 09/01/2018 às 13:15

O designer criciumense Rafael Hoffmann é o responsável pela criação do uniforme do Internacional de Lages. A divulgação das peças aconteceu na manhã desta terça-feira pelo site oficial do clube. As vendas iniciarão na próxima segunda-feira, dia 15.

Além do Leão Baio, há seis meses, Hoffmann desenvolveu peças de outros seis clubes catarinenses: Criciúma, Brusque, Atlético Tubarão, Joinville, Hercílio Luz e Concórdia. Depois de criar os uniformes, o designer postou as imagens nas redes sociais.

A assessoria de comunicação do Inter de Lages observou o trabalho e entrou em contato com o profissional. “Achei interessante eles me procurarem e terem conversado comigo. Eles me pediram algumas alterações, mas sem fugir da ideia principal. A diretoria fez o que várias outras não fizeram”, destaca.

De acordo com o assessor de comunicação do Inter de Lages, Rafael Araldi em reunião realizada pela diretoria, vários uniformes foram apresentados, mas o de Hoffmann chamou atenção. “As imagens tinham o nome do Rafael, fui procurar nas redes sociais e o encontrei e aí conversamos. Ele é um talento que tenho certeza que terá portas abertas após esse trabalho feito para o clube”, acredita.

Segundo Hoffmann, ele estudou a história do Inter e buscou conhecimento para expor suas ideias. “Todos os uniformes que criei foram retrô, resgatando a história do clube e da região. No uniforme do Inter, quis mostrar a Serra para todo o Estado e, por isso, utilizei a araucária, que é um símbolo da localidade e está no distintivo do clube”, explica.

Exercícios de criatividade

Hoffmann é professor. Ele acredita que desenhar, estudar e desenvolver novas peças é um exercício de criatividade. O designer já desenvolveu cerca de cem camisas de clubes e tem como hobbie criar e estudar sobre times. Seus uniformes trazem peças retrôs e também atuais, com um design mais elaborado. “Sempre falo isso em sala de aula: 'para entrar no mercado é preciso criar, mesmo que não traga resultados'. Vale ressaltar que é uma prática e no design é preciso exercitar”.

Colaboração: Rafaela Custódio

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