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No esporte, uma goleada de Treviso em Criciúma

No esporte, uma goleada de Treviso em Criciúma
Foto: Divulgação
Por Denis Luciano Em 08/11/2017 às 13:26

Criciúma tem 50 vezes o tamanho de Treviso. Mas tomou uma lição da menor cidade da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (AMREC) em 2017 em se tratando de promoção do esporte amador. Os trevisanos conseguiram mandar uma equipe aos Jogos Abertos de Santa Catarina (JASC) enquanto os criciumenses só não ficaram 100% ausentes em Lages por iniciativas individuais em duas modalidades. E mais: Treviso quer multiplicar sua presença em 2018, enquanto Criciúma cogita nem ir novamente.

“O retorno de mídia é maior que o investimento. Gastamos muito menos que imaginávamos com a participação delas”, afirma o presidente da CME de Treviso, Guilherme Rampinelli. Ele se refere ao time de handebol feminino que, pela primeira vez na história, levou Treviso aos JASC e não fez feio: voltou de Lages em sétimo lugar.

“Fizemos 18 jogos oficiais na temporada com elas, ganhamos 15, perdemos apenas a final da Liga Leste Norte em Camboriú e as duas na fase de grupos do JASC, com nível alto. O investimento feito nelas nem se iguala ao retorno de mídia”, comemora o dirigente. Nos JASC o time trevisano estreou vencendo Joinville por 27 a 25 na sexta-feira passada. No sábado perdeu para Itajaí por 51 a 13 e no domingo foi derrotado por Balneário Camboriú, 26 a 15.

E Treviso quer ir além. Para 2018, além do handebol feminino que será mantido, a cidade planeja trabalhar com times de vôlei feminino e futsal masculino. “Temos meninas de Criciúma, Cocal do Sul, Urussanga e Camboriú, fizemos uma seleção na AMREC no handebol, elas virão como voluntárias ano que vem para as escolinhas e vão treinar uma vez por semana aqui na cidade. No vôlei e futsal vamos em busca de parcerias”, revela Rampinelli.

Enquanto isso, Criciúma foi aos JASC com a bocha masculina e o tiro esportivo e, em ambos os casos, por conta dos próprios atletas e dirigentes, sem aval da Fundação Municipal de Esportes (FME). O prefeito Clésio Salvaro sinalizou com a hipótese de a ausência nos JASC se repetir em 2018.

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