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Alunos do Projae terão atividades remotas em Criciúma

Programa atende quase dois mil alunos. As aulas serão no contraturno escolar
Alunos do Projae terão atividades remotas em Criciúma
Foto: Arquivo/Decom
Por Redação Engeplus Em 30/06/2020 às 12:55

Os quase dois mil alunos que participam do Programa de Jornada Ampliada Escolar (Projae) terão atividades remotas no contraturno escolar. Disponibilizadas pela plataforma Google Classroom, os estudantes terão as modalidades de tênis de mesa, xadrez, basquete, futsal/futebol e vôlei. A previsão para as aulas é início de julho.

Conforme o coordenador do Projae, Fábio Bittencourt, as atividades serão publicadas uma vez na semana direto da nova sede do programa. “Os professores vão começar administrar as aulas em cada modalidade. Primeiro, vamos fazer sobre o histórico de cada uma delas, e após isso conhecer os fundamentos. Estamos fazendo este trabalho devido à pandemia da Covid-19, assim os nossos alunos podem dar continuidade nas atividades”, ressaltou. A participação nas aulas será opcional.

A sede do Projae foi inaugurada na última quarta-feira, dia 24. O espaço tem salas para danças e lutas, uma sala para tênis de mesa, uma sala para xadrez, o ginásio de esportes, auditório e sala de formação. Localizada no bairro Tereza Cristina, o local poderá receber 200 alunos semanalmente.

Aulas remotas

Desde o dia 4 de maio, os alunos da rede municipal estão com as atividades remotas. São mais de 68% acessando a plataforma Google Classroom, que corresponde a 13.653 estudantes.

Já os estudantes que não possuem o acesso à internet, os pais ou responsáveis estão indo até a escola, quinzenalmente ou mensalmente, buscar as atividades. O cadastramento das 900 turmas da rede municipal e, também, a ambientação da plataforma foram realizadas em parceria com a Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI).

Buscativa

Em paralelo às aulas, a Secretaria Municipal de Educação está fazendo busca ativa dos estudantes que pararam de buscar as atividades ou de acessar a plataforma. De acordo com a assistente social da Secretaria Municipal de Educação, Adriana Alves de Andrade, as escolas devem, primeiro, tentar cinco vezes entrar em contato com esta família, após isso é mandando um formulário com as tentativas para o setor no órgão municipal. 

“Após isso, começamos a ir na casa dessas famílias para incentivá-los a buscar ou acessar as atividades novamente. Iniciamos a visita neste mês, já fomos em dez famílias, mas ainda temos 18 para visitar. É um viés de acolhimento familiar, conscientizando as famílias sobre a importância da realização das atividades”, explicou.

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