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Propostas trazem soluções para resolver abastecimento de energia na ponte Anita Garibaldi

Questões fazem parte de projeto desenvolvido com os alunos do ciclo básico das Engenharias
Propostas trazem soluções para resolver abastecimento de energia na ponte Anita Garibaldi
Por Redação Engeplus Em 05/12/2019 às 22:04

O desafio foi proposto no início do semestre: trazer uma solução para o custo de energia elétrica na ponte Anita Garibaldi, em Laguna. A intenção das professoras Hellen Zago e Diana Morona era fazer com que os alunos dos cursos de Engenharia da Faculdade Satc utilizassem os conhecimentos da disciplina de Cálculo I para trazer novas ideias.

“Eles precisavam apresentar algo que pudesse solucionar o problema do custo da energia na ponte, uma situação que tem gerado discussões sem uma solução concreta”, pondera Hellen. Hoje, Prefeitura de Laguna e Departamento Nacional de Infraestrutura em Transportes (Dnit) divergem sobre quem tem que pagar a fatura.

Com uma solução inovadora, a ideia é que a ponte seja autossuficiente. “Surgiram propostas muito interessantes, desde o uso de energia eólica, roda d’água, piso elétrico, entre outras alternativas. Algumas se apresentaram viáveis e outras, após os cálculos, não são promissoras. Para nós, o importante é a aplicação do conhecimento”, afirma a professora Diana.

O ciclo básico das Engenharias reúne estudantes dos seis cursos de graduação da Faculdade Satc. Nos grupos, jovens acadêmicos de Elétrica, Computação, Mecânica, Química, Minas e Mecatrônica, dividindo dúvidas, ideias e experiências. “Deu muito trabalho no começo, mas todos ajudaram no que sabiam. Unimos nossos conhecimentos para criar algo diferente”, afirmou a aluna Caroline Machinski.

A proposta da turma de Caroline é no mínimo curiosa. Com o projeto “Tráfego energético”, eles apresentam uma ‘tartaruga de trânsito móvel’ que, a medida que os carros passam, seria nivelada com o chão e acionaria um pistão, gerando energia. A iniciativa é inspirada no designer inglês Peter Hughes que desenvolveu proposta utilizando um quebra-molas móvel. “A energia vai para uma bateria que armazena e mantém a luz acesa”, disse Caroline.

Para as professoras, o resultado foi além do esperado. “A apresentação dos trabalhos mostrou o quanto as equipes se empenharam, pesquisaram e produziram protótipos das ideias”, destacou Hellen.

Colaboração: Assessoria de Imprensa Satc