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Estudantes IFSC Criciúma vencem etapa estadual da Olimpíada Brasileira de Robótica

A competição foi disputada no último fim de semana, em Jaraguá do Sul
Estudantes IFSC Criciúma vencem etapa estadual da Olimpíada Brasileira de Robótica
Foto: Divulgação
Por Redação Engeplus Em 20/08/2019 às 10:32

Uma equipe formada por estudantes do curso técnico em Mecatrônica do Câmpus Criciúma do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) conquistou a medalha de ouro na fase estadual da Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR). A competição foi disputada no último fim de semana, em Jaraguá do Sul. Além do ouro, teve o bronze. O Câmpus Criciúma também ficou com a terceira colocação.

A OBR é uma tradicional competição estudantil, realizada desde 2006, que tem como objetivo estimular os jovens às carreiras científicas e tecnológicas. No total, participaram 344 estudantes de ensinos Fundamental e Médio, divididos em 104 equipes de cerca de 60 instituições de ensino públicas e particulares de Santa Catarina.

A primeira colocada foi a equipe Robotron, formada por estudantes do primeiro ano do curso técnico em Mecatrônica do Câmpus Criciúma. O IFSC também ocupou a terceira posição, com equipe Xtango, do primeiro ano de Mecatrônica do Câmpus Criciúma. O Câmpus Joinville teve duas equipes entre as dez primeiras, ficando com a medalha de melhor escola pública, prêmio dado às instituições mais bem classificadas após as três primeiras posições.

Em três rodadas, os robôs desenvolvidos pelas equipes precisavam percorrer pistas com dificuldades diferentes, desviando de obstáculos e resgatando objetos. Tudo isso de forma autônoma. Isto é, para os estudantes, o desafio é projetar e programar um robô capaz de desempenhar estas tarefas num menor intervalo de tempo.

Estreia com ouro

A equipe Robotron foi formada pelos alunos Kamylo Serafim, Silvio Virtuoso, Kauã Librelato e Jean Nesi. A dedicação extraclasse dos alunos foi essencial para que alcançassem a vitória. A equipe afirma ter passado madrugadas em claro em função do projeto, buscando, na internet, inspirações em robôs já campeões da OBR que os ajudassem a construir uma máquina ainda melhor. Conhecedores do regulamento, eles deram prioridade ao robô percorrer a pista, não fazendo o resgate dos objetos.

“Nós tivemos que arriscar. Poderíamos ter colocado nosso robô em pontos mais garantidos da pista onde sabíamos que ele iria funcionar. Ao invés disso, arriscamos colocar em outras partes que acabaram nos dando mais pontos e uma vantagem maior sobre os adversários. Estávamos programando e reprogramando o nosso robô a todo momento”, comenta Kamylo.

Coordenador estadual da OBR, o professor Giovani Batista de Souza destaca o bom nível da competição. “O resultado sempre é bom para escola porque motiva os demais estudantes”, ressalta. Nesta semana, acontece a segunda etapa da modalidade teórica da competição, com provas nos câmpus Joinville, Criciúma, Chapecó e Florianópolis.

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