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Alunos felizes no ensino médio. É possível?

Aulas da professora de matemática fazem sucesso em instituição de ensino
Alunos felizes no ensino médio. É possível?
Foto: Divulgação
Por Redação Em 17/05/2019 às 16:15

Concluir o ensino médio pode ser um desafio, pelo menos para boa parte dos adolescentes, isso porquê é neste período que eles trocam de escola, pensam no temido vestibular, e claro aprendem novas matérias e conteúdos. Entre elas, está a matemática, também temida por muitos. Mas, ao contrário do que muitos pensam, essa ciência exata pode ser muito bacana de aprender, e é assim que os estudantes do Ensino Médio SESI SENAI de Criciúma estão encarado as aulas desta disciplina.

As aulas da professora de matemática Diana Morona fazem sucesso na instituição de ensino. Lembrada pelos alunos pela forma como ensina a disciplina, a professora conta que busca desenvolver as aulas utilizando a metodologia ativa. “Uso sim quadro, caderno, lápis, apostilas e livros, mas não sendo o recurso principal, demonstro para os alunos  que podemos utilizar vários recursos para desenvolver o aprendizado. Também cobro muito a resolução de tarefas, atividades e aplico avaliações objetivas para preparar eles para o Enem e vestibulares”, pontua Diana.

A metodologia citada pela professora aplica diferentes recursos, como jogos, vídeos e slides, além de diferentes ambientes de aprendizagem, como as plataformas Mangahigh, Geeekie, Google Classroom e Google Forms. O uso destas plataformas é visto com bons olhos pelo aluno Victor Bitencourt, 15 anos, que cursa o 1º ano. “A escola tem uma maneira diferente de ensinar. Depois que começamos a usar as plataformas ficou melhor para aprender. Ali, podemos aplicar de diferentes formas os conteúdos que estamos aprendendo”, conta o estudante.

“As plataformas são de papel fundamental, pois ampliam o espaço de estudo. Com elas demonstro que o aprendizado não precisa acontecer somente em sala de aula. Tornaram-se meu principal aliado em avaliar o conhecimento dos alunos e diagnosticar quais conceitos matemáticos devo focar para atingir as competências e as habilidades propostas no planejamento de ensino de cada turma na área de matemática e suas tecnologias”, ressalta a professora.

Para a aluna Beatriz Topanotti, 15 anos, também do 1º ano, o uso das plataformas online tem ampliado o modo de solucionar as questões da disciplina. “É algo diferente, mas estou conseguindo me adaptar. A professora traz formas diferentes de ensinar, não ficamos só no papel e caneta, isso aumenta a facilidade em aprender e desperta o nosso interesse. Aprendemos, por exemplo, como o Excel facilita na hora de resolver contas.

“Vejo meus alunos além de suas notas, busco entendê-los e o meio que vivem para auxiliá-los no processo de ensino-aprendizado. Outro detalhe, sempre pergunto como gostariam de aprender determinado conteúdo e/ou peço para eles avaliarem as aulas propostas que realizo.  Faço tudo isso pois eles são os principais responsáveis pelo aprendizado deles e são a peça fundamental de todo o processo de ensino-aprendizado. Busco estimular ativamente os conteúdos e métodos, e aplicá-los de forma independente e criativa nas várias situações escolares e na vida prática”, conclui a professora, Diana Morona.

Colaboração: Clara Fernandes - Novo Texto Comunicação