InternetData CenterAssinante

Criciumenses devem gastar em média R$ 400 no Natal, aponta Fecomércio

A maior parte dos consumidores de Criciúma procura por vestuário
Criciumenses devem gastar em média R$ 400 no Natal, aponta Fecomércio
Foto: Rafaela Custódio / Arquivo Engeplus
Por Rafaela Custódio Em 06/12/2021 às 08:58

A data mais esperada do ano para os comerciantes está se aproximando. Faltam 19 dias para a chegada do Natal, e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Santa Catarina (Fecomércio) divulgou uma pesquisa para conhecer o perfil das pessoas que compram nesta data para orientar os empresários em suas estratégias para o fim do ano. Foram escutadas 2.071 pessoas entre os dias 4 e 25 de novembro, nos municípios de Chapecó, Lages, Florianópolis, Criciúma, Joinville, Itajaí e Blumenau. A pesquisa foi realizada em locais de grande fluxo para facilitar a abordagem dos respondentes.

A reportagem do Portal Engeplus detalhou os dados de Criciúma. A pesquisa aponta que a maior parte dos consumidores criciumenses procura por vestuário (38,4%), seguido por brinquedos (19,4%) e calçados (16,1%).

O comércio de rua (71,1%) continua como principal destino das compras, mas a internet (13,6%) desponta logo na sequência. Os participantes da pesquisa ainda revelaram que pagarão as compras à vista em dinheiro (67,5%), parcelado no cartão de crédito (15,3%) e à vista no cartão de débito (7,3%). 

Para garantir o melhor custo/benefício, 86,1% dos consumidores devem realizar pesquisa de preços e 13,9% não devem realizar pesquisa. Ao serem questionados sobre viagens, os entrevistados informaram que 72,4% não irão viajar e 26,3% têm a intenção de viajar. 

Os criciumenses responderam que devem gastar, em média, R$ 405,78. Na Black Friday, a média foi de R$ 696,08. A redução no valor pode estar relacionada às promoções realizadas em novembro. 

Já sobre a situação financeira, os entrevistados informaram que está melhor agora em relação à 2020. A maioria dos entrevistados relatou que estão em situação financeira melhor (41,4%), mas ainda 27,9% das famílias declararam estar em situação pior que em 2020. Além disso, 31,4% informaram que estão na mesma situação do ano passado.

Leia mais sobre: