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Grampos Fera: da oportunidade ao negócio no exterior

Exportação com orientação da UNQ Import Export foi a alternativa para ampliar as vendas
Grampos Fera: da oportunidade ao negócio no exterior
Por Redação Engeplus Em 07/04/2018 às 16:18

O conhecimento, as experiências adquiridas e a capacidade de enxergar as oportunidades são características importantes dos empreendedores e a união desses fatores pode resultar no surgimento de um novo negócio, na ampliação de mercado ou até na mudança do ramo de atuação de uma empresa.

A última opção foi escolha feita pelos sócios Reginaldo Rochadel e Rubens Ribeiro. Em meados dos anos 90, os dois, ambos profissionais da atividade metal mecânica, prestavam serviços de:

Manutenção de maquinários de mineração

Cerâmicas

Agricultura

Durante os trabalhos, eles notaram um déficit no mercado regional: empresas fornecedoras de grampos para esteiras e ferramentas de emendas de correias transportadoras na indústria.

Diante da constatação, em 1994, a dupla resolveu dar um novo passo nos negócios e fundaram a Grampos Fera, com sede em Içara, cidade vizinha de Criciúma. O foco inicial foi desenvolver produtos para atender as demandas de dois fortes segmentos da região: o carvão e a agricultura.

“Iniciamos as atividades produzindo apenas um item. Apresentamos ele em feiras nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná. Foi a prova de que realmente era uma grande oportunidade investir”, lembra Rochadel. A ousadia acabou dando certo. Tempos depois começaram a surgir inúmeras consultas e solicitações por grampos que nem faziam parte do portfólio da empresa.

“Assim vimos a necessidade de um novo investimento em maquinários tecnológicos para ampliar o nosso mix de produtos. Compramos estampos usinados e modernas prensas. Isso nos possibilitou oferecer aos nossos clientes produtos competitivos com as marcas internacionais e adequados aos padrões das indústrias nacionais. Posteriormente, ampliamos nossos serviços, pós-venda e iniciamos a fabricação de equipamentos para a instalação dos grampos”, acrescenta o sócio-proprietário  da Grampos Fera.

Resultados e o futuro

Os resultados vieram. Com pouco mais de 20 anos, hoje a marca içarense possui um parque fabril de aproximadamente dois mil metros quadrados e 19 colaboradores.  Além dos segmentos do carvão e da agricultura, a fabricante de grampos ampliou também o leque de atuação, conquistando como clientes fabricantes de alimentos, medicamentos, automóveis, pneus, baterias, madeireiras, agropecuária, aeroportos e lavanderias industriais.

Rochadel garante que a empresa está preparada para um projeto de expansão e, com cautela e segurança, as primeiras movimentações já estão acontecendo. Uma das possibilidades encontradas foi a busca pelos negócios no exterior. A solução encontrada foi a exportação. Em um primeiro momento, a experiência não foi a esperada.

“Devido a uma economia não muito estável e um mercado limitador em volumes, buscamos na exportação a alternativa para trazer perspectivas mais positivas nas vendas. Acabamos nos envolvendo diretamente com isso e não obtivemos êxito e tivemos que recuar. Hoje voltamos ao mercado externo, contando com a orientação de profissionais do comércio exterior”, explica.

Quem destaca a importância de uma assessoria de Comércio Exterior de confiança, é o diretor da UNQ, Renato Barata Gomes. Para ele a orientação é fundamental para conseguir alcançar o maior resultado possível de operações de exportação e importação. Lembra ainda o diretor, que, para isso, é preciso total credibilidade do cliente na assessora.

“Desta forma conseguimos entender o quanto a empresa está disponível para atender todos os recursos do mercado externo. Essa assistência colabora na realização de prospecções, trâmites logísticos, cuidados com impostos e sempre visando auxiliar para transportar o produto com o melhor custo benefício e minimizando os riscos da operação”, detalha Gomes.

Para a Grampos Fera,  futuro é otimista e está planejado. A atual estrutura da empresa é capaz de comportar possíveis crescimentos nos próximos anos. O projeto é acompanhar as movimentações do mercado para avançar, sempre visando o melhor atendimento aos atuais e próximos clientes dentro das necessidades exigidas. E o comércio exterior está dentro do planejamento.

“Quando temos um sonho, precisamos identificar quais caminhos percorrer para chegar até ele. Há novas oportunidades e uma delas é aproveitar uma estrutura fora da nossa planta e economicamente com melhor custo, como a exportação. O reflexo não é imediato, mas com planejamento, orientação e atrás de grandes parcerias, podemos ir mais longe. Mesmo que timidamente, já estamos presentes em países vizinhos. Esse é o caminho. É a solidificação e reconhecimento da marca alcançando novos negócios”, conclui.

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