Economia

Contra a paralisação

Sindicatos empresariais manifestam apoio ao Sinquisul

Greve do setor químico na região mobiliza as entidades empresariais

06
DEZ
2017
| 20h30
20h30
Redação Engeplus
Jornalista | Portal Engeplus
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Os sindicatos empresariais do Sul manifestam seu apoio ao Sindicato das Indústrias Químicas do Sul Catarinense (Sinquisul) contra a paralisação das atividades nas unidades fabris do segmento na região. Na manhã desta quarta-feira, dia 6, a greve dos trabalhadores do setor químico se estendeu para as unidades da Esmalglass, em Morro da Fumaça, e a Smalticeram, em Içara.  

“Repudiamos a greve e prestamos total apoio a conduta do Sinquisul. Essa paralisação não possui reivindicações claras e objetivas e não conta com a participação dos trabalhadores”, coloca o presidente do Sindicato das Indústrias Plásticas da Região Sul (Sinplasc), Reginaldo Cechinel.

O presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico do Extremo Sul Catarinense (Sindimetal), Guido Búrigo, também reforça o apoio neste momento. “Essa não é uma greve dos trabalhadores e sim de uma entidade, incluindo pessoas de fora da nossa região. Uma greve se faz com trabalhadores que estão descontentes e não por uma entidade. Os sindicatos empresariais sempre estiveram em unidade e neste momento ainda mais”, destaca Búrigo.

Para o vice-presidente do Sindicato das Empresas da Construção Civil (Sinduscon) de Criciúma, Carlos Del Castanhel, a greve passou a ter interesses que não são os direcionados aos trabalhadores. “Esta greve não tem o respaldo dos trabalhadores, é uma greve do movimento sindical. Os sindicatos estão unidos e se solidarizam com o Sinquisul”, pontua.

“É um movimento grevista que não partiu dos trabalhadores e que perde credibilidade, tendo como membros sindicatos de outras categorias e membros de fora da nossa região”, acrescenta o presidente da Associação Empresarial de Criciúma (Acic), César Smielevski.

Num período de busca pela retomada da economia brasileira, o presidente do Sindicato das Indústrias Químicas do Sul Catarinense (Sinquisul), Edilson Zanatta, observa que o momento é inoportuno para este tipo de mobilização. “O mercado passa por um momento de muitas dificuldades econômicas. Nos últimos dois anos o PIB foi um dos piores da nossa história”, completa o presidente do Sinquisul.

Apoiam o Sinquisul os seguintes sindicatos empresariais: Sindicato das Empresas da Construção Civil (Sinduscon) de Criciúma, Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico do Extremo Sul Catarinense (Sindimetal), Sindicato das Indústrias Plásticas da Região Sul (Sinplasc), Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e Material Elétrico de Caravaggio (Simec), Sindicato Indústria de Extração Carvão Estado de Santa Catarina (Siecesc), Sindicato das Indústrias Cerâmicas de Cerâmica de Criciúma (Sindiceram).

Colaboração: Deize Felisberto - Assessora de Imprensa

 

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