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Economia

O MUNDO DOS NEGÓCIOS

Pequenas empresas também podem exportar: mito ou verdade?

11
AGO
2017
| 23h35
23h35
Redação Portal Engeplus
Jornalista | Portal Engeplus
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Especial: Beatriz de Luca

A exportação é possível para todo tipo e tamanho de empresa. Certamente, em algum lugar do mundo, há um potencial comprador do seu produto. Claro que é preciso se capacitar para não alocar esforços em algo que não dará resultados. Conhecer a cultura e ter a noção de qual região poderá assimilar melhor a oferta, além de buscar conhecimento sobre as reais oportunidades e aproveitá-las da melhor maneira é fundamental.

“A barreira do idioma atrapalha, existem dificuldades em entender que os ganhos não acontecem de imediato, e sim, a longo prazo e há também necessidade de um planejamento específico para vender para o mercado externo. Mas a exportação é possível para pequenas e médias e os resultados podem ser muito bons”, explica Renato Barata Gomes, especialista em negócios internacionais e sócio-diretor da UNQ Import Export. Ele ressalta que os benefícios vão além do retorno financeiro podendo render muitas outras vantagens como, por exemplo, a pulverização da carteira de clientes em diferentes mercados e economias, passando a não mais depender exclusivamente do Brasil.

O aumento da qualidade dos produtos é outro ponto de destaque para Gomes. “Há países que têm exigências de qualidade mais altas do que no mercado interno. Desta forma, percebe-se que empresas exportadoras acabam naturalmente otimizando seu controle de qualidade e isto se reflete em uma melhora significativa dos produtos não só para a exportação, mas também dos comercializados no mercado interno”, explica. E complementa: “Com o aumento de qualidade, a marca tende a ser mais valorizada em todos os sentidos”.

Primeiros Passos

As empresas que pretendem investir na exportação devem tratá-la como algo estratégico e institucional. Um bom planejamento deve começar pelo menos um ano antes do início das operações, alerta o especialista. “Nesta etapa de planejamento deve-se estudar bem o mercado, formar o preço, analisar a legislação do país alvo, realizar adaptações de produto e de marketing e criar um portfólio para o mercado externo”.

Apesar de ser complexo, para realizar todo o planejamento e executá-lo, não é necessária a contratação de funcionários com altos custos. No caso de pequenas e médias, principalmente, a terceirização do departamento de exportação é uma saída para que os valores com pessoal não desestimulem o empresário antes mesmo de os processos iniciarem. “A terceirização é uma excelente saída, entretanto, para que a consultoria contratada possa trazer resultados, é muito importante que se crie uma cultura internacional envolvendo todos os setores da empresa, desde diretoria até desenvolvimento de produto, produção, marketing, controle de qualidade, expedição, financeiro e contabilidade”, alerta Gomes.

Mais informações podem ser encontradas em www.omundodosnegocios.com.br no site www.unq.com.br ou pelo e-mail renato.barata@unq.com.br.

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