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Coronavírus nos EUA: queda em número de mortes por dia em Nova York

Últimas informações sobre a luta do país contra o vírus
Coronavírus nos EUA: queda em número de mortes por dia em Nova York
Foto: Casa Branca
Por André Abreu Em 20/04/2020 às 21:11 - Atualizado há 2 meses

O estado de Nova York divulgou que houve 367 mortes nas últimas 24 horas. O menor índice desde 31 de março. O governador planeja reabrir o estado em duas semanas com o setor de construção primeiro. A curva de descida continua, segundo o governador. 

Os Estados Unidos registaram mais 2.494 mortes nas últimas 24 horas por covid-19, quase o dobro em relação ao dia anterior, de acordo com a contagem da Universidade Johns Hopkins.

No total, 53.511 pessoas morreram nos Estados Unidos. O número de infectados subiu para 936.293, com pouco mais de 96 mil pessoas sendo consideradas curadas.

Os Estados Unidos são o país com maior número de mortos por covid-19 e de casos confirmados no mundo.

Sábado, 25 de abril de 2020

O Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos relatou nesta sexta-feira 865.585 casos do novo coronavírus, um aumento de 37.144 em relação à contagem anterior, e disse que o número de mortes aumentou em 2.437, para 48.816.

O CDC relatou sua contagem de casos da doença respiratória, conhecida como Covid-19, causada por um novo coronavírus, em 23 de abril, em comparação à contagem realizada no dia anterior.

Mas o número de mortes em decorrência à covid-19 nos Estados Unidos chegou a 50.031 mortes. O país tem ao menos 870.468 casos confirmados da doença, cuja pandemia motivou o confinamento da maioria da população e a paralisação de grande parte da atividade econômica para evitar a propagação dos contágios.

De acordo com a contagem feita pela Universidade Johns Hopkins de ontem (24), os EUA contabilizam cerca de 32% dos 2.736.468 casos de todo o mundo, e 26% dos óbitos.

A quantidade de mortes causadas pela doença no país se aproxima do número de baixas americanas nos dez anos da Guerra do Vietnã, é e 16 vezes mais alta que as mortes provocadas pelos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001.

A cidade de Nova York, que registra mais de 16.280 mortes pela Covid-19, continua sendo considerada o epicentro da doença no mundo por ser a região mais afetada pela pandemia.

Quinta-feira, 22 de abril de 2020

16:32 - O Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos informou nesta quarta-feira 802.583 casos do novo coronavírus, um aumento de 26.490 em relação à contagem anterior, e disse que o número de mortes aumentou em 2.817, para 44.575.

O CDC relatou sua contagem de casos da doença respiratória, conhecida como Covid-19, causada pelo novo coronavírus, com base em dados levantados até 21 de abril, em comparação à contagem do dia anterior.

Quarta-feira. 21 de abril de 2020

14:50 - O governador de Massachusetts declarou hoje que as escolas permanecerão fechadas até as férias de verão. Depois das férias o novo ano letivo começa em agosto ou setembro nos EUA. As aulas prosseguem no sistema online até as férias. 34 outros estados adotaram a mesma medida.  

13:15 - Segundo contagens extra-oficiais, os EUA têm mais de 800 mil casos de infecções e mais de 43 mil mortes. Os estados que têm os maiores números de casos são Nova York, Nova Jersey e Massachusetts. 

O número de mortes segue a mesma ordem com Nova York liderando com 19 mil mortes. Nóva Jersey tem 4.300 mortes e Massachusetts tem cerca de 1.800 mortes. 

As populações dos estados são respectivamente: 19 milhões; 9 milhões e 7 milhões.  

Segunda-feira, 20 de abril de 2020

21:30 - O Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos informou nesta segunda-feira 746.625 casos do novo coronavírus e disse que o número de mortes aumentou para 39.083.

No fim de semana, o CDC atualizou sua contagem de casos para 720.630 e relatou que 37.202 pessoas haviam morrido em todo o país, mas que os números eram preliminares e não haviam sido confirmados por Estados individuais.

A contagem do CDC de casos da doença respiratória, conhecida como Covid-19, causada pelo novo coronavírus, tem como base dados levantados até domingo.

O estado americano de Maryland (leste do país) recebeu 500.000 testes de coronavírus encomendados da Coreia do Sul, uma remessa que, conforme disse nesta segunda-feira (20) o governador Larry Hogan, será "chave" nos esforços para implementar testes generalizados.

"Isso nos permitirá identificar aqueles que estão doentes e os que têm o vírus e pode nos ajudar a isolá-los e no nosso acompanhamento", disse Hogan em entrevista coletiva na capital do estado, Annapolis.

A compra de 9 milhões dólares será "uma etapa exponencial e revolucionária em nossa iniciativa de testes em larga escala", disse Hogan.

O governador informou que os testes foram comprados de uma empresa chamada LabGenomics e que um avião da Korean Airlines chegou ao aeroporto de Baltimore-Washington no sábado com a remessa.

Hogan creditou sua esposa, Yumi, de ascendência sul-coreana, por ajudá-lo a negociar a compra.

O governo de Donald Trump disse que existem evidências suficientes para cada estado passar para a "fase um", encerrando algumas restrições de isolamento social.

Mas Hogan e vários outros governadores reclamaram da falta de testes que lhes permitissem começar a reabrir seus estados com segurança.

Os Estados Unidos registram 759.786 infecções e 40.683 mortes por COVID-19, de acordo com um balanço da AFP, com base em fontes oficiais, até as 08H00 desta segunda-feira.

Sexta-feira, 17 de abril de 2020

19:00 - O Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) informou nesta sexta-feira (17) mais de 661 mil casos, em um aumento de cerca de 30 mil novos casos. O número de mortes continua crescendo e já soma 33.049 mil mortes. 

Quinta-feira, 16 de abril de 2020

19:10 - O Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos informou nesta quinta-feira 632.548 casos do novo coronavírus, em um aumento de 27.158 casos em relação à contagem anterior, e disse que o número de mortes tinha crescido em 2.430, para 27.012.

O CDC divulgou sua contagem de casos da doença respiratória, conhecida como Covid-19, causada por um novo coronavírus, com base em dados levantados até a tarde de quarta-feira, em comparação com a contagem do dia anterior.

Partes das diretrizes do presidente norte-americano, Donald Trump, para reabrir a economia dos EUA em meio à pandemia de coronavírus vieram à tona na tarde de quinta-feira, revelando um plano trifásico que pode permitir que alguns Estados comecem a levantar limites para conter a propagação da doença ainda este mês.

Na primeira fase das diretrizes de Trump, a ser divulgada publicamente na noite de quinta-feira, locais maiores, como restaurantes e cinemas, poderão operar novamente com um distanciamento social estrito, de acordo com uma cópia vista pela Reuters. Viagens não essenciais poderão ser retomadas e as escolas poderão abrir suas portas novamente na fase dois. Na fase três, as pessoas clinicamente vulneráveis ​​poderão retomar as interações públicas.

17:35 - Sete estados do Nordeste dos Estados Unidos estenderam nesta quinta-feira o isolamento para conter a pandemia do novo coronavírus até 15 de maio, enquanto o presidente Donald Trump se prepara para detalhar seu plano de encerrar o isolamento nos Estados norte-americanos menos afetados até 1º de maio.

Os sete estados são Connecticut, Rhode Island, Massachusetts, New York, Delaware, Pensilvânia e Nova Jérsei. 

O governador Andrew Cuomo prolongou o pedido de isolamento em casa por mais duas semanas, apesar de uma tendência de queda em métricas importantes, como hospitalizações, que apontaram para uma estabilização do surto no estado de Nova York. Ele disse que estava estendendo as restrições aos negócios e à vida social em coordenação com seis estados vizinhos que concordaram em adotar uma abordagem regional para a reabertura.

Na semana passada, Los Angeles estendeu suas restrições para 15 de maio, e o Distrito de Colúmbia fez o mesmo na quarta-feira.

"O que acontece depois disso, eu não sei, veremos, dependendo do que os dados disserem", disse Cuomo, cujo Estado é o mais atingido nos Estados Unidos, em entrevista coletiva.

A expectativa é de que nesta quinta-feira Trump detalhará sua estratégia para começar a reabrir a devastada economia dos EUA até 1º de maio, apesar das preocupações de especialistas em saúde, governadores e líderes empresariais sobre os perigos de suspender as restrições sem testes generalizados.

Domingo, 12 de abril

15:14 - Um retorno gradual e localizado das atividades econômicas pode ocorrer nos Estados Unidos em maio, disse o principal especialista do governo americano neste domingo, sem descartar a cautela.

"Esperamos que até o final do mês possamos ver o que está acontecendo e se os elementos nos permitem reiniciar a atividade com segurança", disse o Dr. Anthony Fauci, à CNN.

"Se assim for, reiniciaremos. Caso contrário, seguiremos isolados", acrescentou o diretor do Instituto de Doenças Infecciosas dos Estados Unidos, que representa a comunidade científica na força-tarefa criada pelo presidente Donald Trump para combater a pandemia de coronavírus.

Fauci se declarou otimista com a diminuição do avanço do vírus, especialmente no estado de Nova York, epicentro da doença com mais de 8.500 mortes, quase metade das registradas no país.

"Os atendimentos, hospitalizações, cuidados intensivos e entubações não apenas estabilizaram, mas começam a diminuir", disse o cientista, com "otimismo cauteloso".

Trump insiste com frequência na retomada das atividades o mais rápido possível e destaca a alta da taxa de desemprego, que explodiu com demissões em massa.

Segundo Fauci, será necessário estudar as disparidades da pandemia no território entre as grandes cidades, fortemente afetada pela pandemia, e áreas rurais, onde parece mais fraca.

Ele citou como extremos Nova York e Arkansas, estado do sul onde a população não está confinada e que registra apenas 27 óbitos. Portanto, as medidas não serão "iguais para todos", afirmou.

13:00 - Os EUA têm mais de 530 mil casos de coronavírus e o número de mortes passa agora de 20 mil.

12:52- O prefeito de Lynn, cidade do estado de Massachusetts, decretou toque de recolher entre 21h e 6 da manhã. Outras cidades estão tomado medidas para evitar a propagação do vírus. Beverly, cidade no mesmo estado, ordenou que todos os pedestres andem de frente ao sentido do trânsito de veículos, ou seja, contra o tráfego. Os pedestres podem ser multados em 100 dólares. 

12:33 - O estado de Nova York registrou 783 mortes hoje (12) e tem um total de 8.627 óbitos.  

11:47 - O prefeito De Blasio de Nova York acabou está concedendo uma coletiva. Na coletiva disse que é final sua decisão sobre a suspensão das aulas presenciais na cidade. O ensino passa a ser online e os alunos que não tiverem tablets receberão da prefeitura. Os professores estão sendo treinados. O prefeito também falou que os imigrantes receberão alimentos. 

O prefeito ressaltou que tinha informado a assessoria do governador sobre a necessiadade de fechamento das escolas por três meses e da mudança para plataformas digitais. O sistema de educação de Nova York atinge mais de um milhão de estudantes. 

O ano letivo começa regularmente em setembro, após o Dia do Trabalho na primeira segunda-feira do mês  e termina em maio ou junho nos EUA. 

11:13 - Los Angeles estendeu a ordem para que as pessoas fiquem em casa até 15 de maio e pede para que limitem mais as viagens para fazer compras.  O número de casos está acima de 22 mil e um total de 633 mortes no estado da Califrórnia.  

01:52 - Os números em Massachusetts continuam subindo. 686 mortes ao total. 22.860 casos confirmados no estado. 

Enquanto permanece uma escassez de equipamentos médicos cruciais, o sistema de saúde de Massachusetts conseguiu lidar com o aumento da demanda por leitos hospitalares até agora.

De acordo com dados divulgados pelo governador Charlie Baker, atualmente cerca de 55% dos leitos hospitalares estão cheios, enquanto as autoridades se preparam para um aumento nos pacientes com COVID-19 este mês. Durante uma entrevista coletiva na sexta-feira, o governador de Massachusetts deu crédito aos residentes por ficarem em casa e "o incrível trabalho de nossa comunidade médica".

Mas ele advertiu os moradores do estado contra o risco de descansar sobre os louros.

"A capacidade é gerenciável no momento", disse Baker. "Mas o que estamos vendo nos modelos prevê um grande aumento nas próximas semanas, e isso significa que nosso sistema de saúde será pressionado como nunca antes".

Sábado, 11 de abril

18:10 - O prefeito de Nova York, Bill de Blasio, disse neste sábado que as escolas públicas permanecerão fechadas pelo resto do ano letivo nos Estados Unidos. "Ter que dizer que não podemos trazer nossas escolas de volta para o restante deste ano letivo é doloroso, mas também posso dizer que é a coisa certa a se fazer", disse ele em entrevista coletiva.

De Blasio ordenou que as escolas públicas fechassem a partir de 16 de março para conter a propagação da doença, com o objetivo inicial de reabertura em 20 de abril. Mas o prefeito disse que logo ficou claro que o objetivo não era realista, pois a cidade emergiu como um dos principais polos da doença no país.

Algumas horas depois, o governador do estado de Nova York, Andrew Cuomo, rejeitou o anúncio do prefeito, dizendo que não havia decisão sobre o fechamento das escolas.

Cuomo disse que De Blasio não poderia fechar unilateralmente as escolas da cidade de Nova York sem coordenar a ação com o resto da área metropolitana e insistiu que a decisão de reabrir as escolas de Nova York seria dele.

"É minha autoridade legal nessa situação", disse o governador em resposta à pergunta de um repórter sobre se o fechamento de escolas na cidade de Nova York estaria sob sua autoridade ou do prefeito da cidade.

As mensagens contrastantes semearam confusão entre alguns educadores.

"Então, o que está acontecendo? Educadores de Nova York como eu já foram notificados pela @UFT que a escola está fechada pelo restante do ano", escreveu um professor em um post no Twitter, referindo-se à Federação dos Professores. "Esse vai e vem é exasperador."

14:30 - Trump, que busca a reeleição em novembro, disse desejar que a vida volte ao normal o mais rápido possível e que as amplas restrições ao movimento destinadas a conter a propagação da doença Covid-19 causada pelo novo coronavírus carregam seus próprios custos à saúde pública e à economia.

"Vou ter que tomar uma decisão e espero por Deus que seja a decisão certa", disse ele a repórteres na sexta-feira. "É a maior decisão que eu já tive de tomar." O presidente afirmou que os fatos determinariam o próximo passo. Questionado sobre quais parâmetros ele usaria para fazer seu julgamento, ele apontou para sua testa: "Os parâmetros estão aqui, esses são os meus parâmetros."

As atuais diretrizes federais vão até 30 de abril.

O presidente terá que decidir se deve estendê-las ou começar a incentivar as pessoas a voltar ao trabalho e a um estilo de vida mais normal. Trump disse que iria divulgar um novo conselho consultivo, possivelmente na terça-feira (14), que incluirá alguns governadores estaduais e se concentrará no processo de reabertura da economia dos EUA.

O número de norte-americanos que buscam benefícios de desemprego nas últimas três semanas ultrapassou 15 milhões, com novos pedidos semanais superando 6 milhões pela segunda vez consecutiva na semana passada.

O governo disse que a economia perdeu 701.000 empregos em março. Essa foi a maior perda de empregos desde a Grande Recessão e encerrou o maior boom de empregos na história dos EUA, iniciado no final de 2010.

10:43 - Sobre as imagens em capas de jornais nos EUA e no mundo, especificamente uma foto que traz fotos das valas onde serão enterrados indigentes vítimas do coronavírus em Nova York, uma vez que as câmaras refrigeradas das casas funerárias afirmam que estão em seu limite, o presidente Trump falou à imprensa. 

"Tenho visto estas imagens durante a semana na televisão. Bolsas com corpos por todos os lados, em corredores. Em caminhões refrigerados. Eles não estão dando conta dos corpos, há muitos deles. Isso está acontecendo particularmente na minha comunidade. o Queens.", declarou o presidente.   

10:15 - Uma semana depois que o presidente Donald Trump alertou para um período de muitas mortes pela frente nos Estados Unidos, as mortes por coronavírus no país se aproximam de 19.000 na manhã deste sábado, perto de superar a Itália.

Enquanto isso, mais de 2.000 pessoas nos EUA morreram de coronavírus na sexta-feira (10), um novo recorde diário na luta do país contra a COVID-19. 

Deborah Birx, coordenadora da força-tarefa de coronavírus da Casa Branca, disse na sexta-feira que os EUA "não atingiram o pico" da pandemia, mas havia sinais "encorajadores". Essa avaliação veio como uma projeção principal, dizendo que as mortes nos EUA pelo vírus atingiriam o pico na sexta-feira.

09:45 - Os novos números de Massachusetts são: 20.974 casos e 599 mortes. 

Quinta-feira, 11 de abril

18:45 -  Os números de Massachusetts continuam subindo. São 18.941 casos com 503 mortes, os dados acabaram de ser divulgados. Números totais de Massachusetts de ontem eram: casos confirmados: 16.790; mortes: 433. Os dados são de ontem no final da noite (08). Os dados do dia anterior (07) são: 15.202 casos confirmados e 356 mortes.  

11:00 - O Federal Reserve anuncia 2,3 trilhões de dólares em novos empréstimos para 'apoiar a economia'. O banco central dos Estados Unidos anunciou, nesta quinta-feira (9), novos empréstimos no valor de 2,3 trilhões de dólares para "apoiar a economia", destinados principalmente para empresas e comunidades locais afetadas pela pandemia de coronavírus.

Uma das principais medidas anunciadas nesta quinta-feira deve permitir que o Fed forneça US$ 600 bilhões em dinheiro novo para empresas que empregam até 10.000 pessoas, ou com um faturamento de US$ 2,5 bilhões em 2019, especifica o banco central.

Este programa "fará a diferença para as 40.000 empresas de médio porte que empregam 35 milhões de americanos", disse Steven Mnuchin, secretário do Tesouro dos Estados Unidos.

O Fed especificou que os US$ 600 bilhões em empréstimos ao longo de 4 anos serão reservados para empresas "que apresentaram boa saúde financeira antes da crise".

O governo Trump está tentando, por todos os meios, salvar empregos e garantir que as empresas afetadas pela crise possam reiniciar suas atividades muito rapidamente quando o vírus estiver contido.

Essa nova injeção de dinheiro do Fed na economia real vem para completar um pacote de assistência de US$ 350 bilhões para empresas com 500 ou menos funcionários lançado pelo Tesouro na semana passada após a votação de um gigantesco pacote de estímulo de 2,2 trilhões de dólares.

Mnuchin também solicita 250 bilhões de dólares adicionais para atender à demanda das pequenas e médias empresas.

Mas a luz verde do Congresso pode levar tempo devido a diferenças entre republicanos, maioria no Senado, e democratas, maioria na Câmara de Deputados.

10:15 - O mercado financeiro está esperando pela divulgação semanal nos Estados Unidos do número de desempregados, que deve subir cerca de cinco milhões. Os Relatórios do Departamento do Trabalho nas últimas duas semanas indicaram, em conjunto, que um total de 10 milhões de pessoas perderam seus empregos devido ao fechamento de empresas em razão da disseminação do coronavírus.

Analistas esperam que os dados desta quinta-feira mostrem um novo salto de vários milhões, o que colocaria mais pressão por medidas de alívio.

O consenso entre os economistas é uma expectativa de cinco milhões de novos pedidos de seguro-desemprego, embora muitos esperem um número maior.

O relatório da semana passada mostrou 6,65 milhões de empregos perdidos, e o relatório de 26 de março registrou um total de 3,3 milhões.

Uma pesquisa mensal do Departamento do Trabalho, realizada durante a semana de 12 de março, antes da generalização das medidas de confinamento, apontou uma perda de 701.000 empregos, e a taxa de desemprego subiu para 4,4%. A pior marca desde março de 2009, quando o país sentiu o golpe da crise financeira.

O relatório semanal desta quinta provavelmente trará "notícias mais aterradoras", disse Beth Ann Bovino, economista-chefe da S&P Global Ratings, que prevê 3 milhões de novos pedidos de ajuda. Outros analistas estimam que o número será de cerca de seis milhões.

Segundo as previsões de Bovino, o relatório mensal de empregos de abril também representará uma grande queda, "com quase 13 milhões de empregos perdidos e uma taxa de desemprego de cerca de 15%".

O secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, disse que pediria ao Congresso 250 bilhões de dólares adicionais para os empréstimos, devido à alta demanda. Mas a iniciativa requer a aprovação do Congresso.

Bovino alerta, porém, que os dados mostram que os Estados Unidos estão entrando em uma recessão, que será profunda.

Em atas de sua reunião de política de emergência em 15 de março, quando reduziu a taxa básica de juros para zero, o Federal Reserve advertiu que a pandemia representa "grandes riscos" de uma crise econômica.

No entanto, algumas autoridades do Fed estimam que a pandemia não terá efeitos tão duradouros quanto a crise financeira de 2008.

Foto: Formulários de pedidos de seguro-desemprego na bilbioteca JFK em Boston. 

5:21 - Com as novas projeções da Universidade de Washington, que colocam o número de mortes diárias de mortes acontecendo no dia 12 de abril, e com o número de mortes agora apontando 60 mil mortes até agosto provocadas pelo novo coronavírus, o governo trabalha com a possiblidade de reabertura dos negócios para o mês de maio. 

Autoridades alertaram o público norte-americano a esperar números alarmantes de mortes por coronavírus nesta semana enquanto o modelo da Universidade de Washinton reduziu para 60.000 o número projetado de mortes por pandemia nos EUA, ou seja, uma queda esperada de 26% .

"Estamos no meio de uma semana de dores", disse o vice-presidente Mike Pence durante uma reunião na Casa Branca na quarta-feira, mas acrescentou: "estamos começando a ver vislumbres de esperança".

As mortes nos EUA devido ao coronavírus chegaram a 14.700 na quarta-feira, o segundo maior número registrado no mundo, atrás da Itália, de acordo com um relatório da Reuters. O estado de Nova York é responsável por mais de um terço do total de mortes dos EUA.

Uma reabertura total da economia pode acontecer de 4 a 8 semanas segundo a área do comércio do governo. Não se sabe como seria esta reabertura. O presidente Trump tem manifestado a vontade de que a economia fosse logo reaberta, mas não antes que o pico de mortes seja atingido, o que é projetado para os próximos dias. 

O achatamento da curva, termo também presente nas coletivas de imprensa nos EUA, está próximo de ser atingido em Louisiana com 746 novos casos relatados nas últimas 24 horas.   

Craig Smith, cirurgião-chefe do Centro Médico do Hospital Presbiteriano da Universidade Columbia , em Manhattan, anunciou números encorajadores que sugeriam uma virada na edição de quarta-feira de seu boletim diário para a equipe. O médico gritou "Hosana" ao ver o número de pacientes deixando o hospital maior do que o número de internações em dois dias seguidos.

A preocupação se volta a profissionais de saúde nos EUA. 700 profissionais foram contaminados no estado do Michigan, um quarto do total testado. 

Quarta-feira, 8 de abril

 

11:25 - Autoridades dos EUA estão reavaliando a volta ao trabalho e uma volta gradual à vida normal.

As autoridades de saúde dos EUA estão considerando novas diretrizes que permitiriam que alguns dos grupos isolados atualmente voltassem ao trabalho. O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) pode anunciar as mudanças ainda hoje, de acordo com o vice-presidente dos EUA, Mike Pence.

A proposta é de que pessoas que foram expostas a alguém infectado possam retornar ao trabalho se não apresentarem sintomas, testarem sua temperatura duas vezes por dia e usarem uma máscara facial, de acordo com uma fonte citada pela agência de notícias Associated Press. Anteriormente, o CDC emitia orientações semelhantes somente para os médicos que estavam expostos ao vírus.

Terça-feira, 8 de abril

17:07 - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou nesta terça-feira a inspetora-geral do Departamento de Saúde de ter produzido um "dossiê falso", segundo o qual os hospitais norte-americanos na linha de frente do combate ao surto de coronavírus sofrem de escassez.

Em ataque a mais uma agência reguladora federal, o presidente não deu nenhuma explicação para questionar o relatório a respeito das carências críticas dos hospitais.

As conclusões do documento confirmaram o que governadores, prefeitos e autoridades de saúde locais vêm dizendo há semanas: que hospitais de todo o país não têm capacidade suficiente para lidar com a disparada de pacientes de coronavírus.

Mas Trump insinuou que a inspetora-geral tem motivação política e perguntou por que ela não falou com almirantes, generais, o vice-presidente e outros encarregados antes de preparar o relatório.

O Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos informou nesta terça-feira 374.329 casos de coronavírus, um aumento de 43.438 casos em relação à contagem anterior, e disse que o número de mortes aumentou em 3.154, para 12.064.

O CDC divulgou sua contagem de casos da doença respiratória, conhecida como Covid-19, com base em dados levantados até a tarde de segunda-feira, em comparação com a contagem do dia anterior.

Segunda-feira, 6 de abril

17:45 - O governador de Nova York, Andrew Cuomo, disse nesta segunda-feira que as hospitalizações de pacientes do coronavírus estão diminuindo e que o índice de aumento de mortes estacionou no Estado mais atingido dos Estados Unidos, o que sugere que a crise pode estar se estabilizando, mas desaconselhou a displicência e prorrogou o fechamento de locais comerciais e escolas.

"Embora nada disso seja uma notícia boa, o possível achatamento da curva é melhor do que os aumentos que temos visto", disse Cuomo em um briefing diário, alertando que os números continuam desoladores e que não existe a certeza de que o pior já passou para o Estado.

"Se estamos estabilizando, estamos estabilizando em um nível alto."

Cuomo disse que as hospitalizações diminuíram, assim como as internações em unidades de tratamento intensivo e as intubações --o processo de inserir um tudo de respiração por ventilação mecânica--, o que assinala um "possível achatamento da curva".

Cuomo também disse que está renovando um decreto para manter todos os negócios não essenciais e escolas fechados por mais duas semanas, ou até 29 de abril, e repreendeu os moradores que disse terem desrespeitado as diretrizes para tentar aproveitar o clima agradável no final de semana.

"Agora não é hora de relaxar no que estamos fazendo."

Ele disse que Nova York está "além da capacidade" de sua necessidade de ventiladores e que seus hospitais estão convertendo máquinas BIPAP, que são usadas para tratar apneia de sono, entre outros males, e adotando outras medidas para compensar a falta de ventiladores.

O estado de Nova York está no epicentro do surto de coronavírus nos EUA, com os casos na segunda-feira aumentando para 130.689, de 122.031 em 24 horas para 130.689. As mortes subiram para 4.759 de 4.159 no mesmo período. Mais de 3.000 dessas mortes ocorreram somente na cidade de Nova York.

14:50 - O número de mortos nos Estados Unidos pelo novo coronavírus chegou a 10.000 nesta segunda-feira, de acordo com uma contagem da agência de notícias Reuters.

Os Estados Unidos têm o terceiro maior número de mortes causadas pela doença no mundo, superados apenas pela Itália, com 15.887, e Espanha, com 13.055.

Os dados oficiais do governo são computados pelo CDC. O Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos reportou nesta segunda-feira 330.891 casos de coronavírus no país, e informou que o número de mortes subiu para 8.910.

Ao longo do fim de semana, o CDC atualizou sua contagem de casos para 304.826 e disse que 7.616 pessoas haviam morrido em todo o país, mas que os números eram preliminares e não haviam sido confirmados por Estados individuais.

O CDC divulgou sua contagem de casos da doença respiratória, conhecida como Covid-19, causada por um novo coronavírus, com base em dados levantados até a tarde de domingo, em comparação com a contagem do dia anterior.

Os especialistas médicos da Casa Branca têm projetado que entre 100.000 e 240.000 norte-americanos podem ser mortos na pandemia, mesmo que as determinações de ficar em casa sejam seguidas.

O assessor de comércio da Casa Branca Peter Navarro reconheceu nesta segunda-feira que integrantes da força-tarefa que lidam com a crise do coronavírus no país divergiram sobre a eficácia do medicamento para malária hidroxicloroquina para uso contra a Covid-19.

Navarro teve uma discussão acalorada no sábado com Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, segundo o portal de notícias Axios.

Fauci, principal especialista em doenças infecciosas do país e outros consultores de saúde argumentaram que não existem dados suficientes nos estudos limitados que foram feitos para provar que o medicamento é eficaz contra a Covid-19, doença respiratória causada pelo vírus.

Navarro foi nomeado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, para supervisionar a implementação da Lei de Produção de Defesa do governo para ajudar a produzir suprimentos médicos. Embora reconheça que não possui formação científica, Navarro disse acreditar que os estudos com hidroxicloroquina realizados até agora foram convincentes.

"Houve essa discussão no sábado", disse Navarro em entrevista à CNN. "Se não tivéssemos discordâncias e debates, o governo Trump não seria tão forte quanto é".

O embate ilustrou as tensões entre especialistas científicos e de saúde da Casa Branca e outras autoridades ou assessores do governo sem formação médica ou de pesquisa, liderados pelo próprio presidente, que vêm pressionando para que os medicamentos cloroquina e hidroxicloroquina, usados para a malária, sejam usados durante a crise de coronavírus.

Trump manifestou sua opinião sobre a droga e pressionou pessoalmente as autoridades federais de saúde a disponibilizá-la para o tratamento do coronavírus, disseram duas fontes à agência Reuters.

O presidente tem repetidamente impulsionado o medicamento como um potencial tratamento, chamando-o de "divisor de águas". Ele o fez novamente no domingo, acrescentando "Mas o que eu sei? Eu não sou médico". O medicamento está sendo usado em testes clínicos com pacientes em hospitais nos EUA, em Nova York e Boston, entre outros. 

No entanto, quando Fauci, que é médico, foi questionado sobre o medicamento no mesmo briefing da força-tarefa, Trump interrompeu e o impediu de responder: "Você sabe quantas vezes ele respondeu a essa pergunta? Talvez 15".

Na reunião de sábado da força-tarefa, disse Navarro à CNN, "houve um acordo unânime de que mais hidroxicloroquina será disponibilizada nas regiões mais afetadas para ser administrada apenas numa decisão entre médico e paciente, e não do governo federal"

07:45 - Com o número de mortes por coronavírus aumentando em centenas e chegando a 10.000 nos EUA, e com a incerteza financeira voltando à medida que Wall Street abrir por mais uma semana, o cirurgião geral dos EUA, que seria como o ministro da Saúde no Brasil, Jerome Adams disse que o país em breve chegará ao "momento de Pearl Harbor, "uma referência ao ataque aéreo japonês de 1941 que resultou nos EUA na entrada do país na Segunda Guerra Mundial.

O presidente Donald Trump tentou dar um tom mais otimista durante uma entrevista coletiva na noite de domingo na Casa Branca, na qual impediu o Dr. Anthony Fauci de abordar uma pergunta sobre a hidroxicloroquina, um medicamento anti-malária e seu potencial contra o coronavírus.

"Ele respondeu a essa pergunta 15 vezes", disse Trump, que anteriormente passava parte da conferência de imprensa divulgando o potencial da droga.

No início do domingo, Fauci respondeu a uma pergunta sobre a hidroxicloroquina quando estava no programa "Face the Nation" da CBS.

"Os dados são realmente, apenas, na melhor das hipóteses, sugestivos", disse ele. “Houve casos que mostram que pode haver um efeito e outros mostram que não há efeito. Então, acho que em termos de ciência, não acho que poderíamos definitivamente dizer que funciona. ”

As opiniões divergentes não são novas. um site de notícias informou no sábado que houve uma reunião contenciosa entre a força-tarefa do coronavírus sobre os benefícios da hidroxicloroquina como pauta central.

De acordo com o CDC, "não existem medicamentos aprovados pela FDA (Food and Drug Administration) dos EUA especificamente para o tratamento de pacientes com COVID-19". O CDC é o centro responsável pelo combate a doenças nos EUA. O centro informa os números de mortos, casos confirmados e número de mortos diariamente. 

Existem mais de 337.600 casos confirmados de coronavírus nos EUA, com 9.643 mortes, de acordo com o painel de dados da Universidade Johns Hopkins.

Sábado, 4 de abril de 2020

23:34 - “As próximas duas semanas são extremamente importantes,” disse a Dra. Deborah Birx, a coordenadora da resposta da Casa Branca ao coronavírus. “Este é o momento para não ir ao supermercado, para a farmácia, mas é o momento para fazer de tudo para se manter sua família e seus amigos seguros e significa que devemos manter uma distância social de 2 metros e lavar as mãos.”

23:25 - Uma importante autoridade de saúde alertou no sábado que os EUA poderão ver um aumento dramático em mortes por coronavírus durante a próxima semana em áreas mais afetadas, como Nova York, Detroit e Louisiana.

Os dados mostram que muitas centenas de pessoas podem morrer por dia somente em Nova York nos próximos seis ou sete dias, disse Deborah Birx, coordenadora da força-tarefa de coronavírus da Casa Branca.

O governador de Nova York, Andrew Cuomo, estimou cerca de 700 por dia quando o pico ser atingido, disse ela.

Falando sobre Nova York, Detroit e Louisiana, Birx disse: "Eles estão prevendo que esses três pontos se tornem fortemente atingidos todos juntos nos próximos seis a sete dias".

"Será um período de muitas mortes, infelizmente", disse o presidente Donald Trump em entrevista coletiva na Casa Branca.

Birx disse que lugares como Pensilvânia, Colorado e Washington, DC, também são uma preocupação, porque estão "começando a subir" a curva de mortalidade por coronavírus.

Os EUA têm agora cerca de 8 mil mortes. São 300 mil infectados em todo o país. 

Em coletiva de imprensa em Nova York, neste sábado, o governador Andrew Cuomo afirmou que doenças relacionadas ao coronavírus mataram 630 pessoas no dia anterior no Estado de Nova York. Foram as piores 24 horas para o estado de Nova York, o mais atingido pela pandemia até o momento.

O novo coronavírus já matou 3.565 pessoas no estado e a situação é particularmente preocupante em Long Island, a leste da cidade de Nova York, onde o número de casos "é como um incêndio se espalhando", declarou Cuomo a repórteres.

Especialistas em saúde calculam que Nova York pode estar a cerca de uma semana do pior ponto da crise de saúde que matou cerca de 60.000 pessoas em todo o mundo.

"Ainda não estamos no ápice, estamos nos aproximando... Nossa leitura das projeções é que estamos em algum lugar na faixa dentro de sete dias", disse Cuomo.

"Faz apenas 30 dias desde o nosso primeiro caso", afirmou ele. "Parece uma vida inteira."

Sexta-feira, 3 de abril

18:15 - O número de mortes chegou a mais de 6 mil. Nova York ocupa o epicentro no atual momento. No aspecto econômico, mais de 700 mil empregos foram perdidos, conforme os dados do relatório de março do Departamento do Trabalho dos EUA. Há mais de 245 mil casos de coronavírus no país.    

Quinta-feira, 2 de abril

22:35 - O Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos reportou nesta quinta-feira um total de 213.144 casos de coronavírus no país, um aumento de 27.043 em relação à contagem anterior, e informou que o número de mortes aumentou em 910, para 4.513.

O CDC divulgou sua contagem de casos da doença respiratória, conhecida como Covid-19, causada por um novo coronavírus, com base em dados levantados até a tarde de quarta-feira, em comparação com a contagem do dia anterior.

Os números do CDC não batem com os números divulgados pela Universidade Johns Hopkins.

O número de casos na Flórida, em quarentena por trinta dias, passa dos 9 mil. São 144 mortes até o momento. 

Quarta-feira, 1 de abril.

22:10 - WASHINGTON (via Reuters) - O presidente norte-americano, Donald Trump, disse na quarta-feira que está considerando um plano para interromper voos para locais nos Estados Unidos mais afetados pelo coronavírus, em uma batalha para conter uma pandemia prevista para matar pelo menos 100.000 pessoas no país.

"Certamente estamos analisando, mas uma vez que você faz isso, está realmente reprimindo uma indústria que é desesperadamente necessária", disse Trump em entrevista na Casa Branca.

É possível que esse plano interrompa o tráfego nos aeroportos de Nova York, Nova Orleans e Detroit.

"Estamos olhando para a coisa toda", afirmou Trump sobre a restrição de voos domésticos já bastante reduzidos à medida que a demanda diminui.

Trump tentou reduzir o número de imigrantes que entram no país a partir da América Latina, mas disse na quarta-feira que reconhece que os Estados Unidos precisam de trabalhadores imigrantes tradicionalmente autorizados a entrar no país para trabalhar nas fazendas.

"Eu prometi aos agricultores que eles continuarão a vir", declarou o presidente norte-americano.

16:20 - O presidente Trump, adotou nesta quarta-feira (1) um tom muito mais sério do que havia mostrado até agora para falar sobre os preocupantes números do coronavírus nos Estados Unidos.

Com a expressão séria e apresentação de gráficos pouco encorajadores, o republicano contrapôs suas declarações anteriores sobre a pandemia e exibiu um retrato sombrio do que seu país vai vivenciar nas próximas semanas: um aumento exponencial no número de casos e de mortos pelo coronavírus.

Em sua conferência de imprensa, Trump, que apareceu acompanhado por Anthony Fauci e Deborah Birx, seus dois principais assessores científicos no gerenciamento da pandemia, tentou se mostrar como um líder unificador diante da tragédia nacional.

"Nosso país enfrenta um desafio sem precedentes em sua história", disse ele, convocando os americanos a "fazerem sacrifícios" em um período "muito doloroso" que terão que enfrentar.

16:00 - O Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos relatou nesta quarta-feira um total de 186.101 casos de coronavírus no país, um aumento de 22.562 em relação à contagem anterior, e disse que o número de mortes aumentou em 743, para 3.603

O CDC divulgou sua contagem de casos da doença respiratória conhecida como Covid-19 --causada pelo novo coronavírus -- com base em dados levantados até as 17h de 31 de março, em comparação com a contagem do dia anterior.

Os números do CDC não refletem necessariamente casos relatados pelos estados.

Atualização às 16:43 - Mas, segundo os dados da Universidade Johns Hopkins, o número de infectados com o novo coronavírus nos Estados Unidos superou 200 mil. Ainda segundo os dados desta universidade, o número de mortos pela Covid-19 até agora nos Estados Unidos, país com mais infectados no mundo (203,6 mil), é de 4.361.

01:10 - Mesmo que todo o país faça um esforço total para restringir o contato, as mortes por coronavírus atingirão o pico nas próximas duas semanas, com pacientes sobrecarregando hospitais na maioria dos estados, segundo um estudo da Universidade de Washington.

Terça-feira, 31 de março de 2020

20:00 - Um abrigo de Las Vegas para moradores de rua foi temporariamente transferido para um estacionamento descoberto após ser fechado por conta de um caso positivo da Covid-19.

O fechamento do Catholic Charities of Southern Nevada deixou 500 pessoas sem lugar para dormir, forçando as autoridades da cidade a liberar o estacionamento de um centro de convenções.

As imagens mostram os desabrigados deitados no asfalto demarcado com tinta branca em áreas que supostamente atendem às regras do distanciamento social para impedir a propagação do novo coronavírus.

19:55 - Parece temporada de férias em um estacionamento de motorhomes localizado em frente a uma praia de Los Angeles, mas, na verdade, trata-se de um albergue para quarentena por causa da Covid-19.

Cem veículos brancos se alinham um ao lado do outro no Dockweiler RV Park, com vista para o mar. O acesso é bloqueado por seguranças, e, dos veículos, saem funcionários da área de saúde vestindo roupas de proteção.

O Dockweiler é um dos cinco refúgios habilitados pelo condado de Los Angeles para isolar pacientes, principalmente sem-teto. Até a manhã de ontem, 21 pessoas estavam abrigadas no local.

19:47 - O presidente americano, Donald Trump, alertou nesta terça-feira (31) os americanos que as próximas duas semanas serão "muito, muito dolorosas", já que o número de novos casos da covid-19 continua aumentando nos Estados Unidos.

"Vamos passar por duas semanas muito difíceis", acrescentou o presidente americano durante uma coletiva de imprensa na Casa Branca.

Trump descreveu a pandemia do novo coronavírus como "uma peste".

"Eu quero que todo americano esteja preparado para os dias difíceis que vêm pela frente", afirmou.

00:44 - Os EUA atingiram outro marco sombrio na pandemia da COVID-19 na segunda-feira, registrando 3.000 mortes, enquanto as cidades mais populosas do país careciam de ajuda e camas hospitalares extras.

Os últimos números de segunda-feira à noite - 3.008 mortes e mais de 160.000 infecções confirmadas nos EUA - enquanto as grandes cidades do país batalham para encontrar atendimento médico adequado para os pacientes.

Segunda, 30 de março de 2020.

20:33 - Três dias depois de aprovar um pacote de 2,2 trilhões de dólares com o objetivo de aliviar o forte impacto econômico da pandemia do coronavírus, o Congresso dos Estados Unidos está avaliando nesta segunda-feira medidas adicionais que podem ser tomadas, enquanto o número de mortos no país continua aumentando.

20:00 - O presidente, Donald Trump, determinou à montadora General Motors (GM) que produza respiradores artificiais para salvar vidas, essenciais na luta contra o novo coronavírus, com base em uma lei de emergência que data da Guerra da Coreia.

De fato, a própria automotiva tinha tomado a iniciativa de fazê-lo, mas apesar de tudo, a tarefa que tem pela frente se apresenta árdua porque seria necessário capacitar os funcionários, encontrar as peças necessárias e garantir que o produto final seja "extremadamente confiável".

A GM, associada com a Ventec, empresa de fabricação de equipamentos médicos, produzirá estes dispositivos de ventilação respiratória em sua fábrica de Kokomo, Indiana (Meio Oeste).

Domingo, 29 de março de 2020.

22:36 - O presidente Trump acaba de prolongar as medidas de restrição até o dia 30 de abril. São as medidas de distanciamento social para conter o vírus. O presidente Donald Trump disse no domingo que estenderá as diretrizes nacionais de distanciamento social até 30 de abril. Elas deveriam expirar na segunda-feira.

As diretrizes foram inicialmente estabelecidas em 16 de março e apelidadas de "15 dias para diminuir a propagação". Elas incluem itens como praticar a higiene básica, evitar asilos e evitar reuniões de "mais de 10 pessoas".

21:00 - O presidente Donald Trump disse neste domingo que o pico da taxa de mortalidade nos Estados Unidos causada pela pandemia do novo coronavírus deve ocorrer em duas semanas.

Trump também anunciou a prorrogação da recomendação do governo de distanciamento social, até 30 de abril. "Durante a Páscoa, deveremos chegar ao número máximo. Portanto, ampliaremos nossas orientações até 30 de abril, para frear a propagação", assinalou.

O novo coronavírus já infectou quase 140 mil pessoas nos Estados Unidos, com mais de 2,4 mil mortes.

"A partir das duas semanas, o total de casos deve começar a diminuir, e é de se esperar que seja muito substancial. Nada seria pior do que cantar vitória antes do tempo. É muito importante que todos sigam estritamente as orientações", pediu o presidente dos EUA.

Trump também disse que espera que o país "esteja no caminho da recuperação" em 1º de junho, e antecipou que, na próxima terça-feira, fará um "anúncio importante" sobre a estratégia do governo no combate à Covid-19.

19:50 - Um hospital de campanha começou a ser construído neste domingo no Central Park, em Nova York, para atender ao fluxo crescente de pacientes com Covid-19. Dezenas de pessoas trabalhavam debaixo de chuva fraca no gramado do East Meadow, área de recreação do famoso parque nova-iorquino. O local foi escolhido por ser próximo a um dos hospitais do grupo Mount Sinai, no distrito de East Harlem.

Sábado, 28 de março de 2020.

23:00 - A rede de rádio NPR cita que o alerta de viagem pode incluir os estados de Connecticut e New Jersey, além do estado de Nova York. 

22:31 - O número de mortos pelo novo coronavírus nos Estados Unidos passou de 2 mil neste sábado, dobrando em três dias, enquanto o total de infectados passou de 120 mil, segundo um balanço da Universidade Johns Hopkins.

No fim do dia, o número de mortes chegou a 2.010, cerca de um quarto delas na cidade de Nova York, região do país mais afetada pelo vírus.

O número de casos confirmados nos Estados Unidos chegou a 121.117 neste sábado, um recorde mundial. A mortalidade no país, no entanto, continua muito inferior à da Itália (mais de 10 mil) e Espanha (cerca de 6 mil).

Convertido no epicentro da epidemia nos Estados Unidos, o estado de Nova York é, de longe, o mais afetado, com mais de 55 mil casos.

22:28 - O Presidente Trump descartou a ideia de quarentena para a região de Nova York, mas deve ser emitido um alerta de viagem para a cidade. Isto significa que as pessoas seriam impedidas de entrarem na região. São esperadas mais confirmações nos EUA enquanto aumentam os testes.

Sexta-feira. 26 de março de 2020.

16:00 - O USNS Mercy será o maior hospital da região, com 1.000 leitos e salas de cirurgia, e será inicialmente o centro de atendimento de referência para pacientes com outras condições além da Covid-19.

O prefeito Eric Garcetti disse na quinta-feira que o Mercy "ajudará a aliviar o fardo de nossos pronto-socorros e unidades de terapia intensiva para quando os casos de Covid-19 crescerem nas próximas semanas".

O navio, com mais de 800 tripulantes entre médicos e enfermeiros, "liberará leitos valiosos que hoje já estão 80% ou 90% cheios, para poder atender pacientes com Covid-19", acrescentou.

As autoridades portuárias disseram que a presença de Mercy não deve afetar as operações no porto.

O Mercy, um navio-tanque de 894 pés transformado em hospital, possui 15 enfermarias e um banco de sangue de 5.000 unidades.

O governo federal decidiu enviar o Mercy para a Califórnia, a quinta economia do mundo e o estado mais populoso do país, em vez de Washington, também muito afetado, mas menos populoso.

A Califórnia registra mais de 3.000 casos confirmados de coronavírus, com 65 mortes, segundo dados oficiais.

Um navio similar ao Mercy, o USNS Comfort, foi enviado a Nova York, hoje o epicentro da pandemia nos Estados Unidos.

Somente Los Angeles sofreu nove novas mortes e mais de 400 novos casos na quinta-feira. "Se essa taxa de crescimento persistir, em seis dias estaremos onde Nova York está hoje", disse Garcetti.

O número de mortes por coronavírus em Nova York aumentou para 519 nesta sexta-feira (27), de acordo com o governador do estado, que anunciou planos de criar mais quatro hospitais temporários para lidar com o grande número de pacientes.

O número de mortos subiu de 385 no dia anterior, com Andrew Cuomo dizendo a jornalistas que o estado de Nova York -- o berço da pandemia nos EUA -- possui 44.635 casos confirmados.

Em nível nacional, o Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos informou nesta sexta-feira que foram registrados 85.356 casos de coronavírus no país, um aumento de 16.916 casos em relação à contagem anterior, e disse que o número de mortes aumentou em 252, para 1.246.

A contagem do CDC registra casos da doença respiratória conhecida como Covid-19, causada por um novo coronavírus, até a tarde de quinta-feira, em comparação com levantamento até um dia antes.

Os números do CDC não refletem necessariamente casos relatados por Estados individualmente.

Quinta-feira, 26 de março de 2020.

17:25 - O presidente Donald Trump afirmou nesta quinta-feira que seu governo está preparando novas diretrizes para o coronavírus, as quais irão caracterizar os condados dos Estados Unidos como de alto risco, médio risco ou de baixo risco.

Quarta-feira, 25 de março de 2020.

10:25 - O governo Trump fechou finalmente um acordo entre democratas e republicanos do Senado no pacote de ajuda financeira de mais de 2 trilhões de dólares em gastos e incentivos fiscais para fortalecer a economia dos EUA e dar um aporte financeiro nacional para conter o coronavírus.

O catarinense Alírio Souza, Imbituba, acompanha as informações na região de Boston. Segundo o projeto, cada norte-americano receberá 1.200 dólares, o casal receberá 2.400 dólares e 500 dólares será o valor por criança. O projeto deve ser assinado ainda hoje, pois se trata de uma medida de emergência de interesse do governo e da oposição democrata. 

Terça-feira, 24 de março de 2020.

22:25 - O número de mortos nos EUA chegou a 703 na noite de terça-feira. O país teve mais de 53.000 casos confirmados de coronavírus, atrás apenas da Itália e da China.

15:50 - O presidente Donald Trump disse nesta terça-feira que gostaria de ver as empresas norte-americanas reabertas pela Páscoa, que é em 12 de abril deste ano."Eu iria adorar tê-las (empresas) abertas pela Páscoa. Eu vou lhe dizer isso agora", disse ele à Fox News durante uma discussão sobre as interrupções econômicas dos Estados Unidos com o objetivo de retardar a propagação do coronavírus.

Segunda-feira, 23 de março de 2020.

13:20 - Os Estados Unidos precisam urgentemente de uma quarentena geral obrigatória para enfrentar a pandemia do novo coronavírus, que vai piorar em abril em maio, insistiu nesta segunda-feira o prefeito de Nova York, o maior epicentro nacional da pandemia. 

02:00  - O presidente Trump anunciou no domingo que o governo federal ativou a Guarda Nacional para ajudar Nova York, Califórnia e Washington, três dos estados mais atingidos pelo novo coronavírus.

Domingo, 22 de março de 2020.

Quase 30.000 casos do coronavírus já foram identificados nos Estados Unidos, um número que continua a crescer rapidamente à medida que os testes se expandem e o vírus se espalha pelo país.

 

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