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Bolsas no mundo operam em baixa

Mercado reagiu negativamente a novos números do coronavírus
Bolsas no mundo operam em baixa
Foto: Divulgação
Por André Abreu Em 11/02/2020 às 08:15 - Atualizado há 1 mês

O sentimento dos investidores havia melhorado nas sessões recentes em meio à especulação de que o impacto do surto de coronavírus no crescimento global duraria pouco.

Essa suposição foi posta em dúvida quando Hubei, a província no centro da epidemia, relatou quase 15.000 novos casos após revisar seus dados para incluir casos "diagnosticados clinicamente" em sua divulgação diária.

O Stoxx Europe 600 Index caiu pela primeira vez nesta semana, arrastado por mineradoras e bancos. O salto nas infecções diminuiu o otimismo de que a propagação do vírus estava diminuindo.

Os indicadores no Japão, Xangai, Hong Kong e Coréia do Sul caíram, embora as ações na Austrália tenham subido mais.

"Quando os mercados estavam se acostumando com a idéia de que o aumento da infecção pelo Covid-19 estava diminuindo, o súbito salto no número de novos casos em Hubei os tirou desse sentimento de complacência", disse Khoon Goh, gerente da área de pesquisa da Ásia. no Australia & New Zealand Bank Group.

Enquanto as ações em Wall Street fecharam em alta no pregão de quarta-feira, com ganhos nos setores de Óleo e GásTecnologia e Serviços ao consumidor, levando as ações a uma alta.

No encerramento em Nova York, o Índice Dow Jones Industrial Average ganhou 0,94%, alcançando novo nível recorde máximo histórico, enquanto o Índice S&P 500 subiu 0,65%, e o Índice NASDAQ Composite ganhou 0,90%.

Brasil

O Ibovespa acentuou ganhos à tarde, a partir das 15h, e voltou a operar nesta quarta-feira, 12, acima dos 117 mil pontos, nos maiores níveis intradia desde a última quinta-feira, beneficiado pelo vencimento de opções e futuros sobre o índice, ocasião em que, mais uma vez, os comprados se impuseram aos vendidos – a escalada, contudo, perdeu dinamismo na última hora de negócios, em dia no qual o dólar à vista fechou em nova máxima nominal, a R$ 4,3510 (+0,57%). Assim, após um ganho de 2,49% ontem, o principal índice da B3 fechou a sessão desta quarta-feira em alta de 1,13%, a 116.674,13 pontos, em recuperação pelo segundo dia, tendo fechado anteontem no menor nível desde 16 de dezembro.