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Vendaval causa danos em cinco comunidades de Maracajá

Defesa Civil deve encerrar o relatório nesta terça-feira, dia 26
Vendaval causa danos em cinco comunidades de Maracajá
Foto: Divulgação
Por Redação Engeplus Em 25/02/2019 às 18:39

Duas escolas da rede municipal de ensino, o Departamento Municipal de Assistência e Bem Estar Social, cerca de 30 imóveis entre residências e galpões agrícolas e industriais e áreas de reflorestamento de eucaliptos. Em síntese, este é o balanço do vendaval registrado em Maracajá, na tarde de domingo, dia 24, segundo levantamento realizado parcialmente pela Coordenadoria de Defesa Civil, que deve encerrar o relatório nesta terça-feira, dia 26.

As informações são do coordenador da Defesa Civil de Maracajá, servidor público Francisco Demétrio Rocha, que desde a tarde de domingo vem atuando para atender famílias castigadas pelas intempéries. "As regiões mais atingidas pelo vendaval foram Cedro, Garajuva, Encruzo do Barro Vermelho, Espigão Grande e Vila Beatriz", resume Francisco, que não tem embasamento, ainda, para estimar o valor dos danos materiais. Não se registraram vítimas durante o episódio, que foi breve, mas severo.

Além das escolas municipais Maria Libânia Machado, no Encruzo do Barro Vermelho, e Eulália Oliveira de Bem, no Espigão Grande, os ventos também provocaram danos na cobertura de uma escola, de 12 salas de aula e demais dependências, que está em fase final de construção, na Vila Beatriz, ao lado do Centro de Educação Infantil Margareth Rocha. As aulas, no entanto, foram normais em toda rede municipal de ensino nesta segunda-feira, dia 25. Nas três unidades, os danos se limitam a destelhamentos.

A cena de casas e galpões com danos em coberturas se repetiu nas localidades atingidas. Há registros de quedas de árvores próximas a residências e, inclusive, uma que caiu sobre um carro e outra que interrompeu a rodovia municipal que corta a localidade de Cedro. Placas de propaganda e luminosos também foram ao chão em praticamente todas as comunidades. Árvores de grande porte foram arrancadas pelas raízes, em Garajuva e Cedro. O escritório local da Epagri deve concluir relatório nesta terça-feira, sem, no entanto, registro de danos significativos em culturas como arroz e milho, que está em fase de colheita.

Colaboração: Prefeitura Municipal de Maracajá 

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