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Cinema

Crítica

Inspirado em animes, Círculo de Fogo esbanja criatividade

Filme ganhou sequência para o próximo ano

09
OUT
2017
| 16h17
16h17
Redação Engeplus
Jornalista | Portal Engeplus
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Especial - Felipe Rodrigues

Desde o início dos tempos a humanidade vem guerreando entre si: a Primeira e a Segunda Guerra Mundial são prova disso. O que precisaria para pararmos com a tendência agressiva? Um inimigo em comum.

É disso que trata o filme Círculo de Fogo. Foi preciso uma fenda dimensional que “cospe” monstros gigantes no meio do Oceano Pacífico para unir a humanidade. Ao ver os estragos que essas criaturas causavam por onde passavam, nações do mundo inteiro deixaram suas avenças de lado e criaram o projeto Jaeger, dois pilotos ligados mentalmente a um robô gigantesco. 

Sim, a trama é bem característica dos animes japoneses, e muito difícil de ser explorada no cinema. Mas o filme chamou a atenção quando estreou, com uma ficção cientifica de primeira, cenas de ação envolvendo robôs e monstros gigantes, além de personagens muito cativantes e um roteiro muito bem amarrado.

Seria quase impossível não fazer sucesso com essa fórmula apresentada pela primeira vez nas telonas, esbanjando criatividade e originalidade. Ao mesmo tempo, o longa não escondeu a inspiração nos animes desse gênero.

Destaque para o ator Charlie Hunnam interpretando Raleigh Becket, um ex-piloto de Yegar que é convocado para voltar ao trabalho, já que é um dos últimos pilotos vivos. Ele ainda faz dupla com Mako Mori (Rinko Kikushi), filha adotiva do general Stacker Pentecost (Idris Elba), uma excelente personagem muito forte física e mentalmente.

Ao mesmo tempo em que temos Raleigh voltando à ativa após a morte de um ente querido, também temos Mako iniciando sua jornada como piloto e superando suas barreiras para entrar em fluxo e pilotar. Sem falar em um lance implícito entre os dois, algo que só acrescentou na trama  e não atrapalhou em nada.

O fato de Círculo de Fogo ter chamado tanta atenção é que o filme já começa em com uma grande luta, parecendo na verdade o fim do filme. Todos os confrontos são muito bem trabalhados, considerando o peso e o tamanho das criaturas.

Lançado em 2013 e dirigido por Guilherme del Toro, o filme deixou os fãs na esperança de uma continuação que foi adiada. Finalmente teremos a tão aguardada sequência, mostrando uma nova geração de pilotos em 2018.

Leia mais sobre: cinema, crítica, círculo de fogo
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