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Artes Visuais

Criciúma

Na arte de rua, o exemplo que vem de São Paulo

Por aqui, ainda estamos distantes do debate que a capital paulista faz, com alternativas

12
MAR
2017
| 10h30
10h30
Denis Luciano
Jornalista | Portal Engeplus
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O que uma parede de uma casa na rua Marechal Deodoro, no Centro, e o Monumento às Etnias no Parque Centenário, na Santa Bárbara, apresentam em comum? O “Fora Temer” pichado. Mas é um grafite aqui, uma pichacão ali, e Criciúma não chega a ter nessas manifestações urbanas um problema, e está distante de uma discussão profunda a respeito.

O debate sobre o que é ou não arte de rua foi levantado logo no começo do mandato do novo prefeito de São Paulo, João Dória (PSDB). Ele mandou apagar tudo o que encontrasse pela frente nos espaços públicos da capital paulista e, agora, lança uma nova modalidade para definir a arte nas ruas.

Se fosse em Criciúma, o “Fora Temer” citado teria que ser apagado. Ou “fora qualquer político ou partido ou igreja”. É que a nova regra que está entrando em vigor em São Paulo proíbe manifestações de cunho religioso, político e discriminatório. 

A Prefeitura paulistana criou oito espaços para grafites, chamados Museu de Arte de Rua. Nesta segunda-feira, será lançado o edital para os grupos de grafiteiros que desejarem administrar os museus, atendendo as regras que foram estabelecidas por uma comissão de 13 profissionais do grafite. O município investirá R$ 200 mil com parceiros privados para oferecer material de apoio aos artistas de rua.

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