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Elaboração de plano hídrico perto da conclusão

Elaboração de plano hídrico perto da conclusão
Foto: Divulgação
Por Redação Engeplus Em 26/10/2017 às 19:26

Com objetivo de contribuir para a criação de um documento que avalie se a quantidade e qualidade da água de Santa Catarina é adequada e suficiente para as projeções de futuro, membros do Comitê da Bacia do Rio Araranguá participaram do último debate do Plano Estadual de Recursos Hídricos no sul do Estado antes da conclusão da 3ª etapa do estudo. A reunião aconteceu na tarde desta quinta-feira na sede da Epagri, em Araranguá.

A ação é organizada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), Fundação CERTI e Comitê da Bacia do Rio Araranguá e Afluentes Catarinenses do Mampituba. “Na primeira fase conhecemos cenário atual dos recursos hídricos do Estado, como qual a quantidade e qualidade da água que existe, atualmente, em Santa Catarina. Na segunda etapa, determinamos se as regiões estão preparadas para receber a demanda de água dos próximos anos. Por fim, nesta terceira fase, estamos definindo um Plano de Ações a ser executado pelo Poder Público, na busca de preservar esse bem tão precioso”, explica o engenheiro sanitarista ambiental e gerente do Plano de Recursos Hídricos, Vinicius Ragghianti.

Nesta quinta-feira, ocorreu a última reunião de trabalho preparatória antes do fechamento do Plano, que deve ser concluído para apresentação à comunidade em 30 dias. “Trouxemos uma prévia da terceira parte para analisarmos, junto com o Comitê, se havia algum ponto faltando e a necessidade de incluir algum outro detalhe. O objetivo é que o estudo saia também com a cara do Comitê Araranguá, retratando a atual realidade das águas no sul catarinense”, completa Ragghianti.

O presidente do Comitê, Sérgio Marini, acredita que foi uma ótima oportunidade para a última avaliação do documento, antes de sua finalização. “E também uma grande oportunidade de participarmos ativamente do futuro das nossas águas, porque se não fizermos algo para preservar o que resta, com certeza não teremos em quantidade e qualidade suficiente para todos nos próximos anos”, finaliza.

(Colaboração: Francine Ferreira)