Criado em julho de 2011 buscando ser uma opção para quem trafega pelo Centro de Criciúma, o Expressinho ainda não se tornou popular. “A demanda realmente está muito aquém do que esperávamos. A população ainda não entendeu muito bem a função do carro e a facilidade que ele traz”, destacou o coordenador técnico da Expresso Forquilhinha, Rodinei Tiscoski. Segundo ele, quando completar um ano de funcionamento, a empresa fará uma análise. “Vamos ver a viabilidade. Ninguém trabalha de graça e se não tivermos passageiros, vamos parar a operação do Expressinho”, sentenciou.
Funcionando de segunda a sexta-feira, das 7 às 19 horas, o microônibus percorre o Anel Viário Central de Criciúma (ruas pintadas com faixas azuis). Com apenas R$ 1, o passageiro pode circular em um veículo com ar condicionado e ir, por exemplo, do Hospital São José ao bairro São Luiz. “Não só os criciumenses podem usar o Expressinho, mas todos que visitam Criciúma e que não querem se preocupar com o trânsito”, concluiu Rodinei.